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Jovem é agredido durante ato na Paulista

Na tarde desta quinta (17), um jovem foi agredido na região da Avenida Paulista durante ato contra a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. + Manifestantes na Paulista comemoram suspensão da posse de Lula De acordo com testemunhas, o rapaz foi agredido após ter circulado entre os manifestantes anti-governo dizendo ser do Partido dos Trabalhadores. […]

Por VEJA SÃO PAULO Atualizado em 26 fev 2017, 12h50 - Publicado em 17 mar 2016, 18h10
Manifestantes na Paulista: "acampamento patriótico" (Mariana Oliveira)

Manifestantes na Paulista: “acampamento patriótico” (Mariana Oliveira)

Na tarde desta quinta (17), um jovem foi agredido na região da Avenida Paulista durante ato contra a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Manifestantes na Paulista comemoram suspensão da posse de Lula

De acordo com testemunhas, o rapaz foi agredido após ter circulado entre os manifestantes anti-governo dizendo ser do Partido dos Trabalhadores. O ataque ocorreu no cruzamento da Paulista com a Rua Pamplona. O jovem ficou bastante machucado e precisou ser levado por um carro da Polícia Militar a um hospital.

Mais cedo também houve tumulto quando um garoto vestindo uma camiseta vermelha também foi alvo dos manifestantes. O secretário de Segurança do Estado de São Paulo, Alexandre de Morais, foi à região para falar com os organizadores do protesto.

+ Deputado expulso de posse diz que foi agredido por militantes do PT

Ele disse que o protesto deveria acabar até o fim desta tarde e que toda manifestação precisa ser avisada previamente. “O Movimento Brasil Livre nos avisou com uma hora de antecedência. Cercamos a área e começamos uma negociação. Até o final da tarde o Movimento Brasil Livre precisa se retirar do local porque amanhã está marcada uma outra manifestação.”

Sua presença, no entanto, irritou alguns manifestantes, que o hostilizaram: “Ele bate em estudante”, gritou um grupo”. O carro em que o secretário usou para deixar o local foi alvo de pontapés.

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Acampamento

Por volta das 16h30 da tarde, um grupo montou dezenove barracas na esquina da Paulista com a Pamplona. “Não vamos arredar o pé até a Dilma cair”, disse Renato Tamoio, do Movimento Pátria Amada. “Somos um acampamento patriótico.”

Outros protestos

Protesto pró-governo na Giovanni Gronchi (Gabriel Bentley)

Protesto pró-governo na Giovanni Gronchi (Gabriel Bentley)

Além do protesto na Avenida Paulista, um grupo pró-Dilma realizou na tarde desta quinta (17) um ato na Avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi. Por volta das 15h30, manifestantes interditaram a via e queimaram pneus. Nos asfalto, ele pintaram a frase “Não vai ter golpe”.

O bloqueio da via durou cerca de 40 minutos. Segundo a Polícia Militar, o trânsito ficou complicado, mas não houve grandes incidentes. O tráfego, no sentido bairro, continua bastante carregado. O policiamento na região também foi reforçado. Viaturas passam com frequência pela via.

Para esta sexta,está programado um protesto em defesa da democracia será realizado nesta sexta (18), às 16 horas, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista. Até as 17 horas desta quinta (17), o evento “Ato em defesa da democracia, dos direitos sociais e contra o golpe”, no Facebook, teve 14 000 presenças confirmadas e 10 000 interessados. Esse evento é organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Frente Brasil Popular de São Paulo, apoiadores do ministro da Casa Civil, ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Segundo a CUT,  Lula  poderá comparecer ao evento. Procurado, o Instituto Lula disse que a presença  não está confirmada. Ele esteve hoje em Brasília para a nomeação como ministro da Casa Civil.

Nesta quinta (17) foi divulgado um vídeo de artistas como Letícia Sabatella, Zezé Polessa, Zélia Duncan, Gregório Duvivier e Laerte Coutinho em defesa da democracia e contra a corrupção.

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