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Carta ao leitor

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Alice Granato é redatora-chefe da Veja São Paulo. Jornalista e escritora, formada pela Puc-SP, trabalhou em algumas das principais redações do país, como os jornais O Estado de S. Paulo e o Jornal da Tarde nas áreas de cidades, cultura e modo de vida; na Revista Veja com comportamento; na revista Serafina da Folha de S. Paulo fazendo perfis e entrevistas de grandes personalidades da cultura; editou a revista Bestuji com os mais importantes fotógrafos brasileiros; foi correspondente da revista Gula de gastronomia por mais de uma década; entre muitas outras publicações como a Elle, com reportagens de arte, life-style e viagens. É autora do livro “Sabor do Brasil” da editora Sextante Artes, do “Fabricando Chocolate”, da mesma editora e da coletânea para crianças “Saborzinho do Brasil”, da Bazar do Tempo. Alice também dirige o Acervo Ivald Granato, cuidando da memória e da obra do seu pai, o artista plástico fluminense, Ivald Granato.

Vem, hexa!

A redatora-chefe, Alice Granato, escreve sobre o lançamento de 'Brasil 70', entre outros destaques da edição

Por Alice Granato 5 jun 2026, 13h34 | Atualizado em 5 jun 2026, 13h41
Homem de cabelos grisalhos, vestindo agasalho verde e amarelo com "Brasil" e escudo da CBF, sentado em estádio com arquibancadas verdes e faixa "CAMINO AL MUNDIAL"
Série com rodrigo Santoro sobre a vitória da Seleção no México: nova esperança para a Copa (Netflix/Divulgação)
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Domingo, dia do amistoso do Brasil com o Panamá e véspera de a Seleção embarcar para a Copa, comecei a assistir à série Brasil 70: a Saga do Tri, superlançamento da Netflix. E não consegui parar. Vi os cinco episódios numa tacada só, e me emocionei muito. Mas foi além disso: mudou minha perspectiva e meu sentimento em relação ao Mundial deste ano, ganhei uma injeção de ânimo e vontade de acompanhar tudo, de torcer, vibrar.

A série chegou na hora exata para resgatar esse sentimento tão genuinamente brasileiro de orgulho do nosso futebol e dos nossos craques, que andava um pouco perdido. Muito bem documentada e ambientada, com elenco escalado com a precisão de um bom técnico, e atuações incríveis, a produção revive a saga vitoriosa do Brasil na Copa do México de 1970.

Criada pelo casal Naná Xavier e Rafael Dornellas e dirigida por Paulo e Pedro Morelli, tem como roteirista-chefe Felipe Sant’Angelo, que resumiu minha sensação na seguinte frase: “Meu sonho é que os jogadores deste ano vejam a série e ganhem a Copa”. Pois bem, é essa vontade que dá, de reviver esses dias gloriosos, numa campanha apaixonada como foi aquela. Na reportagem de Mattheus Goto, contamos mais sobre a trama e trazemos entrevistas com a equipe.

Mulher de cabelos cacheados e homem sorrindo, sentados em um fundo verde. Ela veste blusa listrada e saia preta, ele blazer bege e calça clara.
Pai e filha: Zé Maurício e Giovanna Machline (Leo Aversa/Veja SP)

Na matéria de capa, revelamos mais uma saga campeã, com a história de Zé Maurício Machline e sua filha, Giovanna, contada por Pedro Só e com fotografias de Leo Aversa.

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Seis pessoas sorridentes posam em estúdio com fundo verde. Na frente, uma mulher de blusa listrada e um homem de camisa azul escura. Atrás, três homens e uma mulher, todos sorrindo para a câmera
A equipe da Vejinha reunida no estúdio do fotógrafo Leo Aversa (Leo Aversa/Veja SP)

O envolvimento e a paixão pela música, de uma vida toda, os moveram a criar uma nova empresa, a Pointer, para impulsioná-la para além do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, que acontece na quarta (10), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Pintura abstrata de duas espirais interligadas, formando um coração. A espiral esquerda transita do vermelho ao verde, e a direita do verde ao azul, com pinceladas que simulam textura de pelos ou penas
(Divulgação/Divulgação)
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Outra saga é a trajetória do artista plástico Antonio Peticov. Ele ganha uma merecida homenagem com grande retrospectiva às vésperas de completar 80 anos. Que essa onda boa traga merecidos louros a todos.

Homem de cabelos grisalhos, sorrindo, usando camisa cinza e um cachecol listrado em tons de azul e vinho, com as mãos cruzadas na frente do corpo
Megaexposição traz toda a psicodelia da obra do mestre Antonio Peticov (Karina Burigo/Divulgação)

Boa leitura!

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Xícara de cerâmica vermelha em formato de coração com interior branco e pires vermelho, sobre fundo branco
Dia dos namorados: xícara Le Creuset em formato de coração e muito mais sugestões para presentear (Divulgação/Divulgação)

Publicado em VEJA São Paulo de 5 de junho de 2026, edição nº 2998.

‘Brasil 70: A Saga do Tri’: confira quem é quem na nova série da Netflix

Fotógrafo transforma casas antigas e prédios icônicos em acervo histórico nas redes

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