Ponte aberta
Os Melhores da Ponte Aérea, o escritor J.P. Cuenca e o cineasta James Gray são os destaques da edição
A ponte aérea nunca esteve tão estreita. É cada vez maior o trânsito entre São Paulo e Rio, cidades opostas e complementares. As antigas rixas deram lugar à apreciação do que cada uma tem de melhor. Em vez de criticar as diferenças, por que não vivê-las e extrair o que há de bom?
Se São Paulo é considerada a antena do país, o Rio, com sua natureza exuberante, é um convite à inspiração. E viver as duas atmosferas certamente é muito enriquecedor, pois uma nutre a outra. Seja a trabalho ou a passeio, quem vive na ponte aérea tem muitas experiências para contar.
Em razão disso, VEJA SÃO PAULO e VEJA RIO se unem em uma pesquisa inédita para trazer o que há de melhor nas duas metrópoles. Foram 4 244 respostas nas 41 categorias, elegendo os favoritos, nas duas cidades, em serviços, experiências e marcas.
Dos melhores hotéis às melhores malas de viagem, dos festivais de música aos museus, do check-in ao café da manhã, traçamos um roteiro completo para os viajantes, com a intenção de aprimorar a ponte.
Seguimos a edição com uma entrevista com o escritor J.P. Cuenca, que estreia o documentário 144 — Apocalipse Não neste sábado (24), na Mostra SP. Depois de fazer uma publicação sobre a Igreja Universal e sofrer um assédio judicial, Cuenca rodou as cinco regiões do Brasil tentando entender a fé das pessoas. Seu filme é o resultado dessa pesquisa de campo, como conta nas Amarelinhas à repórter Laura Pereira Lima. “Precisamos escutar e respeitar a fé alheia”, afirma.
Trazemos ainda uma reportagem com o cineasta americano James Gray, que recebeu na Mostra o Prêmio Leon Cakoff e exibiu pela primeira vez no país seu novo filme, Tigre de Papel, produzido por Rodrigo Teixeira.
Fomos também descobrir o destino das obras do mestre Fulvio Pennacchi que compunham a casa do artista no Jardim Europa, agora demolida.
Em Consumo, um garimpo do que rolou nas passarelas do SP Fashion Week.
Boa leitura!
Publicado em VEJA São Paulo de 23 de outubro de 2026, edição nº 3018.







