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Alice Granato é redatora-chefe da Veja São Paulo. Jornalista e escritora, formada pela Puc-SP, trabalhou em algumas das principais redações do país, como os jornais O Estado de S. Paulo e o Jornal da Tarde nas áreas de cidades, cultura e modo de vida; na Revista Veja com comportamento; na revista Serafina da Folha de S. Paulo fazendo perfis e entrevistas de grandes personalidades da cultura; editou a revista Bestuji com os mais importantes fotógrafos brasileiros; foi correspondente da revista Gula de gastronomia por mais de uma década; entre muitas outras publicações como a Elle, com reportagens de arte, life-style e viagens. É autora do livro “Sabor do Brasil” da editora Sextante Artes, do “Fabricando Chocolate”, da mesma editora e da coletânea para crianças “Saborzinho do Brasil”, da Bazar do Tempo. Alice também dirige o Acervo Ivald Granato, cuidando da memória e da obra do seu pai, o artista plástico fluminense, Ivald Granato.

Cores e formas

A diretora de núcleo Alice Granato escreve sobre a exposição das obras de Joan Miró, além da entrevista com o neto dele e outros destaques da edição

Por Alice Granato 7 ago 2026, 08h00
Pintura abstrata com fundo azul claro pincelado. No centro, uma forma preta angular com contorno branco, atravessada por uma linha vermelha horizontal. À esquerda, uma figura preta estilizada com cabeça redonda e corpo linear. No canto superior esquerdo, uma estrela preta de seis pontas. No canto inferior direito, uma forma preta em gota e um círculo preto, com a assinatura Miró em preto
Miró aqui: 115 obras integram a exposição Mestre das Formas, no MaB Faap. (Fundação Joan Miró/Divulgação)
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Com muita alegria, São Paulo recebe mais uma exposição grandiosa. A partir desta sexta-feira (7), o público poderá conhecer mais a fundo e ver de perto 115 obras do mestre catalão Joan Miró (1893-1983), um dos maiores nomes da arte do século XX. Em cartaz no Museu de Arte Brasileira (MAB Faap), com realização do Instituto Totex, que também trouxe Andy Warhol e Salvador Dalí, a mostra recebe peças que nunca haviam saído da Espanha.

O neto do pintor, Joan Punyet Miró, responsável pelo espólio do avô, veio acompanhar a abertura e conversou com a repórter Ana Mércia Brandão, colunista de artes visuais, sobre a importância do acervo e a relação afetiva do artista com o escritor João Cabral de Melo Neto (1920-1999), que o aproximava do Brasil.

Homem de meia-idade, cabelos longos e óculos, sorri para a câmera, vestindo terno risca de giz, camisa branca e gravata preta de bolinhas. Ele está em pé, com a mão esquerda no quadril, em frente a uma parede com uma imagem em preto e branco de um ateliê de arte
Neto do pintor, Joan Punyet Miró, que veio para a abertura (Fundação Joan Miró/Divulgação)

Dada a importância da ocasião, Vejinha sai nesta semana, excepcionalmente, com duas capas, com diferentes obras de Miró, que recebemos em primeira mão. Diante de tamanha beleza, ficou impossível escolher uma só e brindamos o leitor duplamente, além de estampar outra obra na coluna de arte Mural SP.

Seguimos a edição com uma importante entrevista com o psicólogo e pesquisador pernambucano Daniel Costa Lima, que estuda masculinidades e paternidade. Na conversa que teve com a repórter Laura Pereira Lima para as Amarelinhas, ele afirma: “A paternidade é uma revolução dos afetos”.

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Homem calvo, de barba escura e óculos, sorrindo amplamente, usando camisa bege de linho, em fundo azul
Dia dos Pais: o psicólogo e pesquisador Daniel Costa lima fala sobre masculinidades e paternidade equitativa em importante reflexão (Hannah Carvalho/Veja SP)

Outra pernambucana na edição, a estilista Helena Pontes, repleta de talento, mostra sua nova loja e ateliê de costura no Jardim Paulistano, em papo com Vanessa Barone.

Mulher de cabelo curto e escuro, com franja, sorri para a câmera. Veste um colete creme com ombros estruturados e um bolso frontal. Ela está sentada em uma mesa branca com moldes de papel pardo espalhados e um tecido branco dobrado. Ao fundo, cortinas claras e uma janela com persianas.
Helena Pontes: a pernambucana mostra sua nova loja e espaço de criação no Jardim Paulistano (Leo Martins/Veja SP)
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O editor-sênior Fabio Codeço traça um perfil da artista Laila Garin, que comemora trinta anos de carreira em grande estilo, interpretando no palco ninguém menos que a diva francesa Édith Piaf (1915-1963). A estreia também acontece nesta sexta (7), no Teatro Bradesco. Filha de pai francês, ela sonhava em interpretar a cantora desde a adolescência.

Mulher de pele clara, cabelos castanhos cacheados e volumosos, vestindo um longo vestido preto sem mangas e gola alta. Ela usa brincos de argola dourados e um bracelete largo no pulso direito. Suas mãos estão sobre o quadril, e ela olha para frente com uma expressão séria, em um fundo branco
Édith Piaf: laila garin encena a grande cantora francesa no teatro Bradesco, comemorando trinta anos de carreira (Antropofagia/Divulgação)

Boa leitura!

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Publicado em VEJA São Paulo de 7 de agosto de 2026, edição nº 3007.

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