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Serviço de ciclofaixas de lazer deve ser retomado na capital em novembro

Prefeitura recebeu propostas de duas empresas para reativar os 117 quilômetros de extensão da iniciativa

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 14 fev 2020, 15h55 - Publicado em 10 out 2019, 10h48

A Prefeitura de São Paulo anunciou, por meio da Secretaria de Mobilidade e Transportes, que recebeu duas propostas na última segunda-feira (7) para retomar o funcionamento das ciclofaixas de lazer na capital de forma emergencial no início de novembro. O projeto era tocado pela Bradesco Seguros, que decidiu rescindir seu contrato com a prefeitura em agosto deste ano.

As empresas interessadas, DKS e Innovia, propuseram valores para operar todos os nove trechos disponíveis, totalizando 117 quilômetros. Os envelopes foram recebidos, abertos e rubricados em sessão pública. A empresa Innovia ofereceu menor valor em sete dos trechos e a empresa DKS, em dois.

A Innovia, contudo, foi desclassificada pelo não cumprimento do item 5.3 do edital. Nesse item, a proponente deveria descrever a infraestrutura de pessoal técnico e equipamentos disponíveis para a execução do projeto. A empresa pode recorrer da decisão.

Por se tratar de um contrato emergencial, tem prazo de 90 dias, podendo ser estendido ou desfeito antes do fim do prazo. Caso a Innovia não tenha sucesso ou não busque recurso, os novos valores serão os ofertados pela empresa DKS. Confira:

1) Trecho Paulista / Jabaquara – 18.616 metros – R$ 71.435,68
2) Trecho Paulista / Centro – 16.204 metros – R$ 59.977,31
3) Trecho Jabaquara / Pq. Ibirapuera – 10.252 metros – R$ 34.942,35
4) Trecho Pq. Ibirapuera / Pq. do Povo – 7.902 metros – R$ 28.922,91
5) Trecho Pq do Povo / Pq. Villa Lobos – 15.018 metros – R$ 37.874,05
6) Trecho Pq. Ibirapuera / Sumaré – 8.542 metros- R$ 27.397,82
7) Trecho Pq. do Chuvisco / Pq. do Povo – 13.488 metros – R$ 36.263,35
8) Trecho Zona Norte – 8.316 metros – R$ 30.197,03
9) Trecho Zona Leste – 19.104 metros – R$ 57.174,52

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