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Times de várzea organizam tradicional pelada de negros contra brancos

Futebol Preto x Branco surgiu no time Flor de São João Clímaco, no Sacomã

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Catarina Cicarelli, Isabella Villalba, Pedro Henrique Araújo e Renata Sagradi] 30 dez 2010, 11h31 | Atualizado em 5 dez 2016, 18h21

Há 38 anos, um grupo de amigos decidiu mudar a pelada de confraternização entre casados e solteiros para uma divisão que até hoje causa estranhamento. De um lado, negros. Do outro, brancos. E assim criou-se o tradicional Preto x Branco do time de várzea Flor de São João Clímaco, no Sacomã. Há quem acredite que a divisão pela cor da pele possa ser preconceituosa, mas os participantes afastam essa possibilidade.

“Aqui jogam pessoas que se conhecem há muito tempo. É como uma família que cresce a cada ano”, diz Anderson Silva de Medeiros, o Xuxu, um dos organizadores. A prática se espalhou por outros cantos da cidade e hoje é quase impossível contabilizar quantos Preto x Branco existem em São Paulo. Em outro extremo, em Itaquera, Jordão Correa (pai do lateral-esquerdo Kleber, do Internacional) organiza seu futebol há 28 anos, contando com moradores de bairros próximos e jogadores profissionais.

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