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“Titanic” merece ser revisto em 3D

Impecável, relançamento não é caça-níqueis e arranca aplausos após a sessão

Por Miguel Barbieri Jr. 6 abr 2012, 09h00 | Atualizado em 18 ago 2025, 11h54

Quando “Titanic” foi lançado, em janeiro de 1998, a cidade o recebeu em trinta salas, um número irrisório se comparado às estreias de mesmo porte hoje (“Jogos Vorazes”, por exemplo, entrou em cartaz no dia 23 de março em 85 salas). A rede exibidora começava a receber a empresa americana Cinemark, que havia se instalado em São Paulo três meses antes nos shoppings Metrô Tatuapé, Interlagos e Aricanduva. Nas mãos de empresários brasileiros, a maioria dos pequenos complexos sobrevivia em meio ao ar-condicionado quase sempre defeituoso, às poltronas de estofado desgastado, às telas empoeiradas e ao som ruidoso. Foi, provavelmente, sem muito conforto nem projeção adequada que os espectadores viram a fita dirigida por James Cameron, vencedora de onze prêmios no Oscar e recordista em bilheteria mundial até a chegada de “Avatar”, em 2009.


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Espertinho, Cameron aproveitou a onda da terceira dimensão e tratou de preparar uma versão da história do lendário naufrágio. Mas “Titanic em 3D”, que entra em pré-estreia, não é um caça-níquel e pode arrancar aplausos após a sessão. Ainda impecável sob o ponto de vista técnico, o filme apresenta uma trama de amor irresistível e, mesmo quinze anos depois, os efeitos visuais arrebatam. Com tecnologia avançada e bem mais preparados, os cinemas agora oferecem uma atração à altura da excelência do longa-metragem.

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O enredo é conhecido. Nos tempos atuais, um caçador de tesouros (Bill Paxton) está à procura de um colar de diamantes entre os escombros do “Titanic”. A joia pertencia a Rose DeWitt, uma centenária senhora interpretada por Gloria Stuart, que relembra onde tudo começou. A ação volta a 1912, quando o transatlântico partiu em sua viagem inaugural, da Inglaterra para Nova York, levando 2.200 passageiros. O foco do roteiro recai sobre a improvável paixão da bem-nascida Rose (Kate Winslet), noiva de um almofadinha milionário (Billy Zane), pelo desenhista pobretão Jack Dawson (Leonardo DiCaprio).

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