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3. Taxa de rolha: com que vinho eu vou?

Dos 600 estabelecimentos recomendados por VEJA SÃO PAULO, 540 permitem trazer de casa sua garrafa especial

Por Arnaldo Lorençato, Giovana Romani e Helena Galante 9 abr 2010, 12h50 | Atualizado em 5 dez 2016, 18h52
3. Taxa de rolha: com que vinho eu vou? Priorizar nos meus resultados Google

Quantas vezes você não comprou ou ganhou um vinho e pensou em desarrolhá-lo num restaurante, acompanhado de uma bela refeição? Dos 600 estabelecimentos recomendados por VEJA SÃO PAULO, 540 permitem trazer de casa sua garrafa especial. Trata-se de um serviço conhecido como taxa de rolha, que varia da isenção de cobrança a um valor de 100 reais. Essa taxa, além de cobrir eventuais quebras de taças, é uma forma de compensar a equipe, que terá, por exemplo, de colocar seu vinho branco ou espumante em um balde de gelo ou usar um decanter para aerar um vinho de guarda mais antigo. É também uma maneira de inibir a prática, já que os restaurantes têm suas próprias cartas e, claro, lucram com a venda.

– Não se deve levar um vinho exclusivamente para economizar, ainda que isso seja possível. Ninguém carrega de casa a água, a cerveja ou o refrigerante com a intenção de diminuir a conta.

– Escolha uma garrafa cujo valor na importadora seja equivalente ou superior ao da taxa de rolha. No caso de isenção, use o bom senso. Culinária refinada não combina com bebida ruim.

Evite levar rótulos que existam no restaurante. A forma de não cometer esse deslize é ligar com antecedência e pedir para verificarem a carta de vinhos.

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– Não são apenas endereços muito simples que não cobram taxa de rolha. Existem casas refinadas que também isentam o cliente de cobrança. É o caso da Figueira Rubaiyat e do Baby Beef Rubaiyat, cujos vinhos têm uma boa relação custo-benefício.

– No brasileiro Emprestado, paga-se pela rolha o valor equivalente ao do tinto mais barato da carta. No fim da refeição, o proprietário presenteia o cliente com uma garrafa desse mesmo vinho.

– É interessante levar a própria garrafa a endereços nos quais não existe carta de vinhos, assim como a casas em que a seleção de rótulos se resume a opções medianas, inferiores à qualidade dos pratos servidos.

– Há restaurantes que cobram 10% de serviço sobre a rolha, o que é um exagero. Afinal, essa taxa já é um serviço.

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