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Deputada Tabata Amaral afirma que processará ministro da Educação

"Que falta de maturidade, pelo amor de Deus", esbravejou a parlamentar

Por Redação VEJA São Paulo - 22 May 2019, 16h14

A deputada federal Tabata Amaral (PDT) disse, nesta quarta (22), durante sessão da Comissão de Educação na Câmara dos Deputados, que irá processar o Ministro da Educação, Abraham Weintraub. O motivo da ação seria a divulgação do telefone pessoal da parlamentar por parte do indicado de Bolsonaro.

O mal-estar ocorreu porque o ministro afirmou que chamou a deputada por quatro vezes para reuniões no Ministério da Educação. “A sua equipe talvez não tenha passado (os convites), aí é uma questão de gestão de equipe da senhorita “, provocou Weintraub. Na sequência, foram entregues papéis que, segundo Weintraub, provavam tal interação.

Tabata retomou a palavra e criticou a atitude.”Eu queria começar dizendo que nesse momento eu estou entrando com um processo por danos morais contra o senhor por distribuir em uma comissão pública prints com meu número pessoal e da minha equipe com mentiras, o que é pior”, reclamou.

Ela ainda disse que essa situação era um “constrangimento”. “Isso não é uma atitude de um ministro. Eu tenho vergonha de cobrar um planejamento estratégico, falando coisas sérias, com respeito, e o senhor me responde com isso. Que falta de maturidade, pelo amor de Deus”, rebateu.

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Sobre os convites, Tabata explicou que foram feitos via WhatsApp durante a gestão do ex-ministro Ricardo Vélez Rodríguez, que deixou o cargo no dia 8 de abril.

Veja o trecho publicado pela parlamentar:

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