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Suzane von Richthofen deixa prisão em “saidinha” de final de ano

Benefício a presos estava suspenso desde março por causa da pandemia

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 22 dez 2020, 10h54 - Publicado em 22 dez 2020, 10h53

Suzane von Richthofen, que foi presa em 2002 pelo assassinato dos pais, ficará em liberdade até o dia 5 de janeiro devido ao direito de saída temporária de Natal e Ano Novo. Ela é detenta da Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, interior de São Paulo.

Essa será a única “saidinha” que os presos do regime semiaberto terão acesso neste ano. O benefício estava suspenso desde março devido à pandemia do coronavírus. Normalmente, o regime semiaberto dá o direito a 35 dias fora do sistema prisional ao longo do ano.

No estado de São Paulo, os detentos terão uma saída prolongada de 15 dias (cinco a mais do que os anos anteriores), determinado pelo Deecrim (Departamento Estadual de Execuções Criminais).

Usando máscara de proteção contra a Covid-19, Suzane, assim como outras detentas, deixaram a unidade feminina por volta das 8h15 desta terça-feira (22).

Suzane encontrou uma mulher na porta do presídio e entrou em um carro para deixar o local. A progressão do regime fechado para o semiaberto aconteceu em outubro de 2015, quando a presa teve a primeira “saidinha” em março de 2016, no período da Páscoa.

Outras condenadas de crimes que viraram públicos foram beneficiadas. É o caso de Anna Carolina Jatobá, condenada pela morte da enteada Isabela Nardoni, e Elize Matsunaga, detida por matar e esquartejar o marido, Marcos Matsunaga.

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