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Por conta da greve, batata passa a custar o triplo no Ceagesp

Um saco de 50 quilos do legume subiu de 80 para até 250 reais; local também sofre com o desabastecimento

Por Barbara Öberg, Mariana Rosario Atualizado em 24 Maio 2018, 15h24 - Publicado em 24 Maio 2018, 12h57

Além da falta de combustível, outros setores da cidade também sofrem com a paralisação dos caminhoneiros. Na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), por exemplo, os primeiros reflexos da greve começaram a ser sentidos desde a última quarta (23), quando parte dos produtos sumiu das gôndolas. Há desabastecimento total do mamão do tipo formosa. Além dele, manga e morango também estão no fim dos estoques e não há prazo para reposição.

Também em falta, a batata passou a custar o triplo do preço. Um saco de 50 quilos, que custava 80 reais, passou a ser vendido por até 250 reais pelos comerciantes.

Com a notícia da greve, muitos clientes desistiram de ir às compras no local, que está mais vazio do que os dias comuns.

Segundo nota da Associação Paulista de Supermercados (APAS), o desabastecimento também atinge os supermercados da cidade, especialmente na falta de itens como frutas, legumes e verduras, que são perecíveis e fornecidos diariamente aos endereços.

Carnes e produtos industrializados, que levam proteínas no processo de fabricação, são outros itens que começaram a desaparecer das lojas devido aos atrasos no reabastecimento. A entidade diz ainda que espera soluções imediatas para que a população não sofra com a falta de produtos de necessidade básica.

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