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SP lidera ranking de emissões da primeira CNH após mudança nas regras

Após flexibilização no processo da primeira CNH, emissões aumentaram 360%

Por 3 fev 2026, 19h30 • Atualizado em 4 fev 2026, 11h31
Motoristas de São Paulo terão mais prazo para retirada da CNH
SP lidera ranking nacional de emissões da primeira habilitação (Governo de SP/Divulgação)
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  • O número de emissões da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) alcançou 298,5 mil após as mudanças de regras que flexibilizaram a emissão do documento, informou o Ministério do Transporte na última segunda-feira (2).

    Em um ano, a busca pela primeira habilitação saltou em 360%: segundo a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), o número do novos registros passou de 369,2 mil, em janeiro de 2025, para 1,7 milhão em janeiro de 2026.

    Motoristas de São Paulo terão mais prazo para retirada da CNH
    SP lidera ranking nacional de emissões da primeira habilitação (Governo de SP/Divulgação)

    Entre os estados com maior número de emissões, São Paulo lidera o ranking nacional, com 76.521 mil habilitações expedidas, seguido por Minas Gerais, com 23.548, e pelo Rio de Janeiro, com 23.301.

    Ainda segundo o ministério, o número de pessoas que já concluíram os cursos teóricos passou de 196.707 para 824.494, alta de 319%, enquanto os exames teóricos tiveram aumento de 32%, indo de 171.232 para 225.462.

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    Já os cursos práticos cresceram 22%, saindo de 328 mil para mais de 400 mil, e os exames práticos registraram aumento de 11%, com mais de 323 mil aplicações em janeiro de 2026, frente a 291 mil no mesmo período do ano anterior.

    O que mudou para tirar a CNH?

    As novas regras aprovadas pelo Contran em dezembro de 2025 trouxeram maior flexibilidade ao processo de obtenção da CNH, sendo que a principal mudança é que as aulas em autoescolas deixam de ser obrigatórias. Agora, os candidatos podem realizar o curso teórico de forma online e gratuita diretamente pelo site do Ministério dos Transportes, sem a exigência de uma carga horária mínima.
    Além disso, as aulas práticas não precisam mais ser realizadas exclusivamente em autoescolas, permitindo que o aluno escolha entre instituições credenciadas ou instrutores autônomos, podendo inclusive utilizar um carro próprio para o treinamento, desde que o veículo atenda aos requisitos legais. A carga horária mínima das aulas práticas também passou de 20 para apenas 2 horas.  
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    Apesar das alterações nas regras, etapas fundamentais como o registro biométrico, o exame médico e as provas teórica e prática continuam obrigatórias e presenciais, sendo os exames os critérios finais que definem se a CNH será emitida.
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