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Depois de 10 anos, Cantareira atinge 70% da capacidade total

Há exatamente um ano, o Cantareira operava com 43,1% da capacidade; a última vez que se atingiu tal nível foi no dia 23 de agosto de 2012

Por Agência Brasil* 2 mar 2023, 11h52 | Atualizado em 22 Maio 2024, 15h59
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Sistema Cantareira  (ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO/Divulgação)
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O Sistema Cantareira, maior produtor de água da região metropolitana de São Paulo, atingiu, nesta quinta-feira (2), o maior nível nos últimos dez anos, alcançando 70,4% em sua capacidade de armazenamento. A última vez que se atingiu tal nível foi no dia 23 de agosto de 2012. Há exatamente um ano, o Cantareira operava com 43,1% da capacidade.

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As chuvas dos últimos meses melhoraram a situação de todos os mananciais que abastecem a região metropolitana de São Paulo, segundo consta no relatório que é divulgado diariamente pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Outros sistemas de São Paulo também operavam hoje em nível de normalidade, acima de 69% de sua capacidade. A única exceção era o Sistema Rio Claro, que opera com apenas 42,8%, em nível de atenção. Somados todos os sistemas operados pela Sabesp, o nível dos mananciais atingiu 74,5% nesta quinta-feira.

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A captação de água do Sistema Cantareira é condicionada ao nível de armazenamento de água do manancial observado no último dia de cada mês. Foram criadas cinco faixas, definidas por uma resolução conjunta da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico e do Departamento de Águas e Energia Elétrica, em 2017, que devem ser seguidas pela Sabesp.

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Os cinco níveis criados pela resolução são: normal, quando é igual ou maior que 60%; atenção, se igual ou maior que 40% e menor que 60%; alerta, quando é maior que 30% e menor que 40%; restrição, se maior que 20% e menor que 30%; e especial, quando o volume acumulado está abaixo de 20%. Essas faixas orientam os limites de retirada de água do sistema.

Como, no dia 28 de fevereiro, o Cantareira estava com 69,1% de sua capacidade total, o sistema opera atualmente na fase normal.

*com redação  VEJA SP

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