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Shakira é acusada de fraudar 17,4 milhões de dólares em impostos

A Agência Tributária da Espanha confirmou que a cantora sonegou entre 2012 e 2014, diz agência

Por Redação VEJA São Paulo 23 abr 2021, 19h35

Shakira sonegou mais de 14,5 milhões de euros (cerca de US$ 17,4 milhões ou R$ 97 milhões), de acordo com agência de notícias espanhola Efe. A acusação é de que a cantora fingiu que não residia no país, na região nordeste da Catalunha, e escondeu sua renda através de uma rede de empresas ao longo de três anos.

Ainda segundo o portal, a receita teria enviado um novo relatório à justiça da Espanha no qual ratifica que a cantora Shakira cometeu a fraude.

Shakira alegou que ficou menos de 184 dias na Espanha durante um ano por causa de sua agenda internacional de shows e, pela lei, não teria obrigação de pagar impostos no país. Entretanto, a defesa da colombiana não foi aceita.

“A cantora tem uma atividade profissional intensa fora da Espanha e quase 90% de sua renda vem de outros países. Sua estrutura familiar é muito diferente dos modelos convencionais”, disse a assessoria de Shakira.

Em 2018, um promotor público já havia acusado a cantora por fraude fiscal. Uma investigação rastreou suas marcações de locais nas redes sociais e estabelecimentos comerciais que frequentou, como prova de que ela residia no país.

Shakira não foi a única celebridade que se envolveu no escândalo na Espanha. Os jogadores de futebol Lionel Messi e Cristiano Ronaldo também foram investigados no país.

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