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São Paulo encerra fase emergencial, mas comércio segue proibido

Decisão foi anunciada pelo vice-governador nesta sexta-feira (9); veja o que muda na prática

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 9 abr 2021, 12h53 - Publicado em 9 abr 2021, 12h36

O governo de São Paulo decidiu por uma leve flexibilização das medidas restritivas. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (9) em coletiva de imprensa. Atualmente na chamada fase emergencial do Plano São Paulo, o estado vai para a fase vermelha na segunda (12). Na prática a mudança libera o funcionamento de lojas de materiais de construção e a retirada de comida diretamente nos restaurantes, que estava restrita apenas ao modo drive-thru. Escolas também poderão receber alunos presencialmente desde que autorizadas pelas prefeituras.

A proibição de cultos religiosos presenciais e o fechamento do comércio não essencial continuam em vigor. O governo também mantém a recomendação de teletrabalho, o escalonamento de horários alternados para os setores de serviços, do comércio e da indústria e o toque de recolher das 20h às 5h. 

Auxiliares do governo paulista defendem a leve flexibilização, que devem durar ao menos até o dia 18 de abril. Já parte dos membros do Centro de Contingência do Coronavírus recomendou que o estado continuasse na fase emergencial. O governo diz que a desaceleração da ocupação de leitos de UTI, que atualmente está em 89%, permite a abertura dos setores.

Flexibilização na fase vermelha: 

  • Reabertura de lojas de material de construção; 
  • Retomada de eventos esportivos sem a presença de público
  • Retirada de pedidos de comida diretamente nos restaurantes
  • Aulas presenciais desde que autorizadas pelas prefeituras

A fase emergencial começou em São Paulo no dia 15 de março por conta da piora do índice de novos casos, internações e mortes por Covid-19. Na quinta-feira (8), o estado chegou a 80.742 mortes provocadas pela doença, com média móvel de óbitos diários em 715.

Por causa da alta letalidade, o vice-governador Rodrigo Garcia já havia adiantado nesta semana de que não havia expectativa de uma abertura concreta dos serviços classificados como não essenciais.

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