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Ruas de paralelepípedos causam briga entre moradores de Pinheiros

Grupo que quer preservar a identidade e cultura do bairro briga para que as ruas de pedras sejam mantidas

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Cristiane Bomfim, Mariana Barros e Nathalia Zaccaro] 20 dez 2012, 21h39 | Atualizado em 5 set 2025, 16h49
Ruas de paralelepípedos causam briga entre moradores de Pinheiros Priorizar nos meus resultados Google

No quadrilátero formado pelas ruas Pedroso de Moraes, Artur de Azevedo, Mourato Coelho e Teodoro Sampaio, em Pinheiros, existe um conjunto de construções conhecido como “predinhos da Hípica”, que está em processo de tombamento há dez anos pelo Conpresp, o órgão de preservação do patrimônio histórico da cidade. Os imóveis mantêm a aparência da época em que foram construídos, na década de 50.

Há um mês, foi deflagrada uma batalha para que outra característica da região também seja preservada: as vias de paralelepípedos. A iniciativa é de moradores da Rua Sebastião Velho, que organizam um abaixo-assinado para proteger o calçamento original. A Subprefeitura de Pinheiros afirma que a manutenção dos blocos de pedra é inviável, já que não existe mais mão de obra especializada a preços razoáveis.

Veja abaixo os argumentos dos dois lados:

A favor dos paralelepípedos

■ Preservam a história da região

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■ Facilitam o escoamento de água

■ Diminuem a velocidade dos veículos

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A favor do asfalto

■ Tem manutenção mais simples

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■ O trânsito fi ca menos barulhento

■ Processo de fabricação mais barato

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