Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Romeu Tuma

Conversas informais passaram a ser sua principal estratégia de contato com o eleitorado

Por Mariana Barros Atualizado em 5 dez 2016, 18h37 - Publicado em 11 set 2010, 01h41

Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)

Suplentes

Antonio Carbonari Netto (PTB) e Murilo Campos (PTB)

+ Eleições: não desperdice o seu voto

História política

Continua após a publicidade

Depois de trabalhar no Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Dops) e de dirigir a Polícia Federal no governo Collor, em 1994 foi eleito senador pelo PL, com 5,5 milhões de votos. Perdeu a eleição para a prefeitura de São Paulo em 2000 e voltou a se eleger senador, em mandato que termina neste ano.

+ Responda à nossa enquete: você lembra em quem votou nas últimas eleições?

Patrimônio declarado

4,2 milhões de reais, incluindo uma casa no Jardim Luzitânia avaliada em 746 000 reais, uma casa na Avenida República do Líbano avaliada em 280 000 reais e aplicações no Banco do Brasil no valor de 1,1 milhão de reais.

Em plena campanha de reeleição, Romeu Tuma, 78 anos, foi internado no Hospital Sírio-Libanês. Oficialmente, ele trata de uma afonia. Extraoficialmente, porém, o senador estaria sofrendo de insuficiência cardíaca. Até o encerramento desta edição, ele permanecia hospitalizado, enquanto seus suplentes se alternavam nos compromissos de campanha. “Temos preferido nos reunir com pequenos grupos”, diz o segundo suplente, Murilo Campos (PTB). Como não integra nenhuma coligação, Tuma tinha dificuldades para realizar comícios e carreatas. Por isso, as conversas informais passaram a ser sua principal estratégia de contato com o eleitorado. Se por um lado isso complicou a agenda, por outro foi encarado como estratégia para angariar o voto dos eleitores que não querem escolher dois candidatos de uma mesma chapa. “Tuma é o senador do segundo voto”, aposta Campos. Ser candidato temático também é estratégico — no caso de Tuma, a bandeira é a segurança. Essa imagem de xerife, no entanto, se contrapôs ao escândalo que envolveu seu filho Romeu Tuma Junior. Secretário de Justiça no governo federal, ele foi exonerado em junho por seu envolvimento com o chinês Li Kwok Kwen, o Paulo Li, que está preso por contrabando.

 

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Para entender e curtir o melhor de SP, Veja São Paulo. Assine e continue lendo.

Impressa + Digital

Plano completo da VejaSP! Acesso aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias e revista no app.

Resenhas dos melhores restaurantes, bares e endereços de comidinhas de São Paulo.

Receba semanalmente VejaSP impressa mais acesso imediato às edições digitais no App Veja, para celular e tablet.

a partir de R$ 19,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos no site e ter acesso a edição digital no app.

Resenhas dos melhores restaurantes, bares e endereços de comidinhas de São Paulo.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)