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Residencial para idosos é inaugurado em casarão histórico

O local era propriedade do casal Andrea e Giorgio Moroni e virou um tradicional ponto de encontro da elite paulistana nas décadas de 70 e 80

Por Redação VEJA São Paulo - 19 Jul 2019, 16h19

Um residencial para idosos acaba de ser inaugurado na mansão que pertencia a Andrea e Giorgio Moroni, ex-diretor-presidente do Conselho de Administração da Aços Torsima, um dos casais mais conhecidos da cidade na década de 70. Localizado em uma área de 110 000 metros quadrados, ao lado do espaço de preservação do Parque Estadual do Jaraguá, o casarão do Residencial Senior Leger virou um tradicional ponto de encontro da elite paulistana nas décadas de 70 e 80, com festas badaladas.

Em 2013, a então chácara Te-chaga-ú (nome em tupi-guarani que em português significa “lugar que deixa saudade”) foi a leilão e acabou arrematada por uma construtora. O Grupo Leger comprou, então, o local em setembro de 2017 para construir o empreendimento. A empresa atua há mais de dez anos no setor de medicina preventiva e cuidados estéticos, com unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e praia de Ipojuca, em Porto de Galinhas, onde administra um SPA no Enotel Resort.

No projeto do residencial, o casarão principal – construído originalmente em 1879 com características arquitetônicas coloniais e traços renascentistas, maneiristas, barrocos, rococós e neoclássicos – foi totalmente restaurado e muitos aspectos do projeto original foram mantidas como a cor azul da fachada e de alguns outros ambientes e os azulejos portugueses que revestiam o salão de festas e os banheiros inferiores.

“Sabemos a importância do convívio social para manter corpo e mente ativos. A ampla área verde existente possibilita, por exemplo, um dia inteiro de atividades com os familiares”, comenta a doutora Nívea Bordin Chacur, geriatra e sócia-diretora do Residencial Senior Leger.

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O ponto histórico e a estrutura têm seu preço. Por mês, cada idoso desembolsa 7 000 reais para viver no local.

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