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Prefeitura assina contrato para concessão da Zona Azul

Gestão estima ganho de até 2 bilhões de reais com administração da iniciativa privada

Por Redação VEJA São Paulo 19 Maio 2020, 20h45

A prefeitura de São Paulo assinou nesta terça-feira (19) a concessão do serviço de estacionamento rotativo em ruas da capital paulista, chamado de Zona Azul. A empresa vencedora da licitação, realizada em dezembro de 2019, é a HoraPark Sistema de Estacionamento Rotativo, que irá administrar o serviço por 15 anos.

A companhia já pagou 74,4 milhões de reais para a prefeitura, uma dos oito parcelas da outorga inicial de 595,3 milhões de reais. A gestão estima que terá um ganho econômico de 2,01 bilhões de reais com a concessão: no valor está incluso o pagamento da outorga fixa e também de uma outorga variável, a desoneração do orçamento municipal, investimentos e recolhimento de impostos.

A empresa terá que modernizar o sistema e identificar irregularidades, além de criar um serviço que forneça informações para os paulistanos sobre as vagas disponíveis em tempo real. A prefeitura afirma que o número de vagas de Zona Azul deve chegar a 60 000 com a concessão. A fiscalização do uso dos espaços continuará sob responsabilidade da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

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