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Prefeitura de SP publica protocolo para volta das feiras de artesanato

Em julho, apenas barracas que não vendiam alimentos estavam proibidas de retomar

Por Redação VEJA São Paulo 4 out 2020, 18h36

A Prefeitura de São Paulo publicou os protocolos que permitem a volta do setor cultural no último sábado (3), que deve acontecer apenas na fase verde do Plano São Paulo, programa de flexibilização da quarentena. Atualmente, a cidade está na fase amarela.

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A autorização para a volta das feiras, entretanto, foi dada no dia 17 de julho, mas a retomada teve conflitos. Em setembro, os fiscais da prefeitura recolheram uma banca que estava sendo montada na tradicional feira de artesanato da Praça da República. Na época, de acordo com as regras estabelecidas pela prefeitura, só era permitido a venda de alimentos durante a pandemia. Outros produtos, como artesanato, não eram permitidos porque não são considerados itens essenciais.

O Sindicato dos Artesãos do Estado de São Paulo fez uma reclamação na Secretaria da Fazenda, e os artesãos puderam manter as atividades. “Estamos trabalhando aqui com 30% dos expositores que estão nas feiras. O que foi autorizado é o distanciamento de 1,5 metro de cada expositor”, disse Gil Santana, presidente do sindicato.

Estima-se que 90% dos artesãos sofreram com os impactos econômicos da pandemia na cidade. Alguns conseguiram se adaptar às vendas on-line, mas para muitos o valor do produto é mais baixo que o preço da entrega, levando-os a ficar sem trabalhar por sete meses. Apesar do retorno, o movimento das feiras ainda é baixo.

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