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Prefeitura comunica Interpol sobre roubo de obras de arte da Mário de Andrade

Administração quer evitar que os criminosos enviem as gravuras para fora do país; banco de dados global auxilia na busca e recuperação de peças roubadas

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8 dez 2025, 13h21 •
Parte do conjunto de gravuras da série "Jazz", de 1947, de Henri Matisse
Parte do conjunto de gravuras da série "Jazz", de 1947, de Henri Matisse (Secom SP/Divulgação)
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  • A Prefeitura de São Paulo comunicou a Interpol, por meio da Polícia Federal, sobre o roubo de obras de arte na Biblioteca Mário de Andrade, no domingo (7). A administração quer evitar que os criminosos consigam enviar as gravuras para fora do país.

    No documento encaminhado às autoridades federais e internacionais no próprio domingo, a prefeitura anexou o material contendo informações e registro fotográfico sobre todas as obras subtraídas (veja aqui).

    De acordo com a prefeitura, a Interpol tem um aplicativo e um banco de dados global para auxiliar na busca e recuperação de obras de arte roubadas.

    A prefeitura também comunicou o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram),pelo Cadastro Nacional de Bens Musealizados Desaparecidos (CBMD), e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Banco de Bens Culturais Procurados. Além disso, a prefeitura comunicou a Associação de Galeria de Artes do Brasil (AGAB).

    A ação

    Câmeras do Smart Sampa flagraram os criminosos na região central da cidade, a poucos metros da biblioteca. No registro, é possível ver dois homens carregando os quadros até um carro estacionado próximo dali. As imagens já estão com a Polícia Civil.

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    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa está acompanhando e ajudando nas investigações, com depoimento de testemunhas e imagens que possam ajudar na captura dos criminosos.

    No domingo, dois homens armados entraram na biblioteca e renderam uma vigilante e um casal de idosos que visitava o equipamento. Eles se dirigiram até a cúpula de vidro e retiraram oito gravuras de Henri Matisse (1869-1954), da série Jazz, de 1947, e cinco de Candido Portinari (1903-1962), da obra Menino de Engenho, de 1959. Além disso, eles levaram documentos históricos que estavam no local.

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