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Após polêmica com Mariana Godoy, Record orienta jornalistas

Âncora chamou live de Bolsonaro de “bizarra” e assessor do presidente classificou emissora como “totalmente comunista”

Por Redação VEJA São Paulo 3 ago 2021, 15h51

A Record TV reforçou, nesta segunda-feira (2), aviso a seus jornalistas e âncoras que ninguém deve comentar notícias, exceto os profissionais pagos para este fim. A informação é de Ricardo Feltrin, do UOL. A atitude acontece após uma polêmica envolvendo a âncora Mariana Godoy e Max Guilherme, sargento da PM e assessor especial de Jair Bolsonaro, que chamou o jornalismo da emissora, considerada aliada do presidente desde 2018, de “totalmente comunista”. 

Com o alerta, a ordem na emissora é de “total isenção” do jornalista diante da notícia – não pode haver palavras nem expressões faciais que transpareçam opinião pessoal para os telespectadores.

No caso envolvendo Godoy e o assessor do presidente, a âncora chamou a live de Bolsonaro em que ele criticava a urna eletrônica e defendia o voto impresso de “bizarra” no programa Fala Brasil da última sexta-feira (30). A jornalista está acostumada a comentar notícias pelos canais nos quais passou. Max Guilherme não gostou da adjetivação e compartilhou em suas redes um vídeo do momento, chamando Godoy de “bizarra” e o jornalismo da Record de “totalmente comunista”.

“Bizarra é você e esse jornalismo totalmente comunista, que não leva informação nenhuma e sim ideologia socialista. As máscaras vão caindo e vocês vão só perdendo credibilidade”, escreveu o assessor. A Record TV não comentou o assunto.

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