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“A maior motivação dos pichadores é a raiva”, diz jornal britânico

Publicação relembra momentos históricos nos quais a pichação foi presente na cidade

Por Veja São Paulo 6 jan 2016, 20h08 | Atualizado em 5 dez 2016, 11h45
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Masp (Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo/)
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Uma reportagem do jornal britânico The Guardian nesta quarta-feira (6) resume a história da pichação em São Paulo. As diferenças entre grafite e pichação são baseadas em três motivos: o acabamento, a presença ou ausência de cores, e o uso exclusivo de letras (no caso dos pichadores). “Mas não é por ser monocromático e menos estilizado que o picho não tem importância histórica e cultural”, defende o autor Marcio Siwi.

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A publicação passa ainda por momentos nos quais a pichação foi representativa no cenário político, como as frases contra a ditadura militar. “Mas política não era tudo na cabeça dos jovens em São Paulo”, diz uma passagem da reportagem.

O jornal define alguns motivos que incentivariam os pichadores, como a busca por reconhecimento e a raiva pela cidade. “Esta raiva é muito mais do que uma raiva adolescente”, cravaram. “Ela está enraizada em um sentimento de injustiça social”.

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