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Quem foi Paulo Vaz, ativista transexual que morreu aos 36 anos

Conhecido também como Popó, ele era investigador da Polícia Civil e uma importante voz da comunidade LGBTQIA+

Por 15 mar 2022, 13h01 | Atualizado em 5 jun 2026, 10h02
Imagem mostra Paulo Vaz sem camisa, em foto em estúdio, com expressão séria
O ativista e policial civil Paulo Vaz (Reprodução Instagram/Divulgação)
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Foi divulgada na noite de ontem (14), pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), a morte do policial e ativista trans Paulo Vaz, aos 36 anos. As circunstâncias da morte não foram divulgadas.

Também conhecido como Popó, Vaz era mineiro de Belo Horizonte e investigador da Polícia Civil em Ibiúna, interior de São Paulo, desde 2018, além de uma importante voz da comunidade LGBTQIA+.

Transexual, o ativista era casado desde 2019 com Pedro HMC, criador do canal no Youtube Põe na Roda, de informação, cultura e entretenimento LGBTQIA+.

Em entrevista ao g1 em 2018, Paulo contou que iniciou a transição em 2016. Na época, o investigador se pronunciou publicamente em defesa do policial Leandro Prior, que sofreu ataques homofóbicos após aparecer em vídeo beijando outro homem enquanto usava farda.

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Paulo se tornou conhecido por ser um dos poucos homens trans a trabalhar na polícia, e usava seu alcance para lutar contra a transfobia. Confira algumas homenagens de personalidades nas redes:

https://twitter.com/ErikakHilton/status/1503509264635150345

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