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Paulistanos dizem sentir os reflexos de terremoto na Argentina

Segundo pesquisadores da USP, último fenômeno do tipo ocorreu em 2018; relatos vieram de moradores do centro e zonas oeste e sul

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 11 Maio 2022, 14h11 - Publicado em 11 Maio 2022, 13h09

Moradores de diversos bairros da cidade de São Paulo relataram terem sentido os reflexos de um terremoto que atingiu a Argentina na noite desta terça-feira (10).

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Informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) indicam que o tremor foi de 6,8 na escala Richter e ocorreu a 193,8 km de profundidade, a 78 quilômetros na região de San Antonio de Los Cobres, na Argentina. Ele ocorreu às 20h06 no horário de Brasília, ainda segundo o USGS.

Relatos encaminhados ao Centro de Sismologia da USP a partir das 20h15 desta terça indicam que o tremor foi sentido em bairros da região central, tais como República, Santa Cecilia e Bela Vista; além da zona sul (Jardim Ângela); zona oeste (Pinheiros, Perdizes, Jaguaré e Rio Pequeno), além da Grande São Paulo, em municípios como Cajamar e Osasco.

Um dos relatos enviados ao “Sentiu Aí”, um portal que reúne os depoimentos, indicam que os moradores sentiram a vibração nos andares mais altos dos prédios. Um morador da Bela Vista relatou que o espelho do banheiro e o pendente da sala balançaram. “Não ventava dentro desses dois ambientes pois estavam fechados. Moramos no 25° andar em um ponto bem alto da cidade”, diz. “Senti uma vibração nos pés no 22º andar enquanto estava esperando no hall dos elevadores”, afirmou uma moradora de Pinheiros.

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Segundo os pesquisadores do Centro de Sismologia da USP, reflexos no Brasil de terremotos profundos e com magnitude significativa ocorrem desde o ano de 1941. O último deles foi no dia 2 de abril de 2018, após um sismo na Bolívia. Ainda segundo os pesquisadores, nunca houve relato de dano no Brasil de tremores gerados em epicentro de países vizinhos.

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