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Padrasto confessa ter matado menina de 5 anos no interior de São Paulo

Corpo de Maria Clara tinha sinais de estrangulamento e abuso sexual; Cássio Martins Camilo foi preso e polícia investiga o crime

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 18 dez 2020, 16h24 - Publicado em 18 dez 2020, 16h23

Maria Clara Calixto Nascimento, 5, foi encontrada morta dentro de uma caixa de papelão, em um terreno no bairro Jardim São Felipe, em Hortolândia, interior de São Paulo. A menina estava desaparecida desde a manhã da última quinta-feira (17).

De acordo com a Polícia Civil, o padrasto da menina, Cássio Martins Camilo, confessou que matou a criança. Ele foi preso. A investigação revelou que Maria Clara sofreu abuso sexual e que seu corpo apresentava sinais de estrangulamento.

De acordo com a avó da garota, Maria Clara havia saído para brincar com uma amiga. Na hora do almoço, a mãe procurou pela filha e questionou Cássio sobre o paradeiro da menina. Ele disse que estava dormindo e não a viu sair.

A família, então, registrou boletim de ocorrência de desaparecimento na Delegacia de Hortolândia. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), Cássio, que tem passagem pela polícia por estupro, tentou fugir para Campinas. Ele foi apreendido e levado à delegacia, onde fez a confissão.

“Resta saber agora onde e de que forma que esse bárbaro crime aconteceu. E saber também qual a motivação que levou ele a cometer esse crime. A autoria já está determinada. Resta saber também se ele teve a conivência da mãe e se o abuso sexual também foi feito por ele”, disse ao G1 a delegada seccional de Americana (SP), Martha Rocha, que responde pela Delegacia de Hortolândia.

O corpo de Maria Clara foi encontrado por familiares e amigos em uma busca, próximo a casa onde morava. A próprio mãe levou a filha a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Nova Hortolândia, mas a menina chegou sem vida ao local.

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