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Mulher faz apelo dramático após acidente grave com linha de pipa

Companheiro teve pescoço cortado; “quase fiquei viúva com bebê de 7 meses”

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 29 jun 2020, 17h10 - Publicado em 29 jun 2020, 16h00

Em um post nas redes sociais Thais Paula relatou um acidente que ocorreu no domingo (28), com o seu companheiro, Bruno Nocelo, na região da Mooca, Zona Leste da capital paulista. No relato ela afirma que o rapaz realizava uma entrega de moto quando foi atingido por uma linha de pipa, que teria cerol, como é conhecida a linha que conta com pequenos pedaços de vidro colados em sua extensão.

O uso de tal artefato para empinar pipas é considerado ilegal em todo o estado de São Paulo desde 2006, conforme lei aprovada pela Assembleia Legislativa. De acordo com Thais, Bruno realizava uma entrega na rua quando “sentiu o pescoço queimando”. Depois do momento, ela relata que o companheiro “parou a moto e colocou a mão no pescoço”, e naquele momento, percebeu sangue escorrendo do local.

Ela afirma também que o acidente não foi mais grave porque o rapaz percebeu a linha no pescoço e rapidamente colocou a mão na frente, rompendo o item que provocou um rasgo na região da garganta. A imagem do ferimento foi compartilhada nas redes sociais. Depois do incidente, Bruno teria ido para o local de trabalho, uma adega onde ele realiza entregas, e foi encaminhado pelos colegas para o Hospital Municipal Doutor Ignácio Proença de Gouvêa, na Zona Leste, onde levou quinze pontos.

“Quase fiquei viúva, sim gente, viúva com uma filha de 7 meses. Por menos de 5 centímetros eu estaria neste momento chorando diante de um túmulo”, escreveu ela sobre o acidente. “Eu desacredito que em plena quarentena de pandemia tem gente achando que é férias e está pelas ruas soltando pipa com linha de cerol”, escreveu Thais.

Confira o post abaixo (atenção, possui imagens fortes):

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