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Igrejas católicas e ortodoxas retomam missas presenciais em SP

Igrejas autorizam retomada de eventos religiosos desde que fiéis sigam protocolos, como aferição de temperatura e suspensão de folhetos de papel

Por Redação VEJA São Paulo - 29 Jun 2020, 15h10

Após quase três meses de atividades suspensas, igrejas católicas e ortodoxas na cidade de São Paulo poderão retomar as atividades presenciais a partir de hoje (29), seguindo um protocolo de reabertura gradual que previne a propagação da Covid-19. Paróquias e catedrais, como a da Sé, no Centro, já retomaram as missas.

O regulamento de retorno apresentado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), porém, estabelece número restrito de fiéis de acordo com a dimensão da igreja, que a entrada e saída dos centros religiosos disponibilizem álcool em gel e que os fiéis mantenham um metro e meio de distância um dos outros.

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Os religiosos também devem usar máscaras, exceto no momento de receber a comunhão. As igrejas devem seguir o horário de atendimento ao público previsto pelo Plano São Paulo de reabertura das atividades no Estado, além de aferir periodicamente a temperatura corporal dos frequentadores e impedir a permanência de pessoas que estiverem com temperatura corporal igual ou superior a 37,5°C.

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Os recipientes com água benta devem estar vazios, não haverá folhetos litúrgicos ou de cânticos de papel e cartazes com medidas de higiene devem estar espalhadas dentro do local.  A coleta de oferta ou dízimo será feita apenas na saída das igrejas, por uma equipe responsável.

O arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, disse que a Igreja Católica continua incentivando missas pela internet, em especial para os fiéis de grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades. A CNBB recomenda que fiéis que estejam ou se sintam doentes não frequentem as missas.

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