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Mercado Municipal já foi “armazém bélico”; confira outras curiosidades

Em 1930, espaço foi utilizado para guardar pólvora, munições e mantimentos para as tropas paulistas durante a Revolução Constitucionalista

Por Maurício Xavier - 13 Apr 2018, 06h00

Um dos principais pontos turísticos da capital, o Mercado Municipal abriga cerca de 290 boxes de produtos. Mas nem sempre foi assim. Idealizado pelo engenheiro Felisberto Ranzini, o local começou a ser construído em 1928. Mas, em 1930, com a queda do presidente Washington Luís, o espaço passou a ser usado como armazém de pólvora e munições, além de guardar mantimentos que abasteceriam as tropas paulistas na revolução Constitucionalista de 1932. Somente no ano seguinte o imponente galpão veio a exercer suas funções originais. Confira algumas curiosidades.

  • Há boxes abertos desde o início, como empório Chiappetta, Queijos Roni, Bar do Mané e Casa São Paulo
  • O local serviu de cenografia para a novela A Próxima Vítima, exibida pela rede Globo em 1995
  • Os 55 vitrais idealizados por Conrado Sorgenicht Filho levaram cinco anos para ser finalizados
  • A construção original não continha o mezanino; a ala foi inaugurada em 2004, após o restauro do Mercadão
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