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Médico baleado não errou em cirurgia, afirma Cremesp

Paciente se sentiu prejudicado e pediu investigação em 2012

Por VEJA SÃO PAULO - Atualizado em 5 dez 2016, 14h04 - Publicado em 20 set 2014, 11h16

Daniel Edmans Forti, que atirou contra o urologista Anuar Ibrahim Mitre na segunda-feira (15), pediu que o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) investigasse o médico do Sírio-Libanês, em 2012, por um suposto erro em uma cirurgia que o teria deixado com fortes dores.

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No começo do ano, o órgão conclui que o procedimento havia sido realizado corretamente. Veja São Paulo conversou com assistentes do urologista que afirmaram que dores não eram resultado da cirurgia. 

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