Avatar do usuário logado
Usuário

Médica afirma que remédios não afetavam Marcelinho

Neiva Damaceno prestou depoimento no DHPP na manhã desta quinta-feira (22)

Por Nataly Costa 22 ago 2013, 17h23 | Atualizado em 1 jun 2017, 17h35
Chacina na Brasilândia - Capa - Edição 2335
Chacina na Brasilândia - Capa - Edição 2335 (Reprodução/)
Continua após publicidade
Médica afirma que remédios não afetavam Marcelinho Priorizar nos meus resultados Google

A especialista em fibrose cística da Santa Casa de São Paulo, Neiva Damaceno, prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) nesta quinta (22). A médica tratava Marcelo Pesseghini há cerca de 12 anos. Ela havia encontrado com ele há menos de uma mês em uma consulta.

+Leia reportagem com os detalhes do crime que chocou São Paulo

+ Marcelo Pesseghini contou a colegas que havia matado a família

Ao delegado Itagiba Franco, Neiva afirmou que nem o tratamento nem os medicamentos poderiam causar alguma alteração comportamental em Marcelinho. “Os medicamentos não causavam nenhuma alteração no comportamento. E a doença tampouco.”

Na próxima semana, policiais do 18º Batalhão e da Rota que trabalhavam com os pais de Marcelinho devem ser ouvidos. Os laudos também devem ficar prontos na próxima semana.

 

Continua após a publicidade

Um vídeo divulgado pela polícia mostra o garoto saindo da escola com amigos, indo em direção ao carro da mãe e depois caminhando novamente em direção ao colégio. Nesse momento, ele parece ter algo escondido na cintura, que pode ser uma arma, segundo a polícia. 

Tese

Mais dois indícios reforçam a tese da polícia de que Marcelo Pesseghini, de 13 anos, teria sido o responsável pela chacina familiar na Vila Brasilândia. Além dos 350 reais, uma muda de roupa e cinco rolos de papel higiênico, o adolescente carregava em sua mochila o cartão de aposentadoria da Caixa em nome da avó Benedita, de 65 anos. Os investigadores acreditam que ele planejava sacar dinheiro com o tal cartão.

Chacina na Brasilândia 1 - Capa - Edição 2335
Chacina na Brasilândia 1 – Capa – Edição 2335 ()

Entre os 41 depoimentos colhidos até agora pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), um deles deu exatidão do que a polícia acredita ser a cronologia do crime. Um vizinho músico, que costuma trabalhar de madrugada, declarou que ouviu cinco disparos entre meia-noite e 1h da madrugada.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

Revista em Casa + Digital Completo
Impressa + Digital
Revista em Casa + Digital Completo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique.
Assinando Veja você recebe semanalmente Veja Rio* e tem acesso ilimitado ao site e às edições digitais nos aplicativos de Veja, Veja SP, Veja Rio, Veja Saúde, Claudia, Superinteressante, Quatro Rodas, Você SA e Você RH.
*Assinantes da cidade do RJ

A partir de R$ 39,99/mês