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Marido de aluguel circula pelas ruas

Por Edison Veiga [Juliana de Faria] 18 set 2009, 20h23 | Atualizado em 5 dez 2016, 19h37

Quem vê a Fiorino vermelha com os dizeres “marido de aluguel” circulando pelas ruas logo fica imaginando coisas… Alto lá! Os serviços de Valdir José Peres (que cobra 60 reais por hora) não têm nada a ver com relacionamentos.

De onde veio a idéia de ser marido de aluguel?

Sou versátil e sempre tive habilidade com ferramentas. Então faço aquilo que qualquer marido poderia fazer, como trocar chuveiro, pendurar quadros, desentupir pias, trocar pneus… Já fui até churrasqueiro em festa de aniversário.

Sua clientela é, na maioria, feminina?

Sim, 90% são mulheres. Separadas, solteiras… e até casadas, já que os homens não estão fazendo mais nada em casa.

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O senhor é casado?

Sim. Minha mulher diz que não sente ciúme. Só que, quando uma senhora me solicitou às 23 horas, ela fez questão de me acompanhar até o local.

Recebe cantadas?

De mulheres, não muitas. Mas de homens, sim. Uma vez um deles me mandou um e-mail pedindo que eu fizesse serviço completo de cama, mesa e banho.

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