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Meu estilo: Maria Fernanda Cândido

A atriz se define como clássica e diz gostar da diversidade de São Paulo

Por Juliana Mariz - Atualizado em 5 dez 2016, 18h09 - Publicado em 16 abr 2011, 00h50

Não há quem resista à comparação entre Maria Fernanda Cândido, 36 anos, e Sophia Loren quando jovem. É certo que ambas são belas das telas — Maria Fernanda também é dos palcos e está viajando pelo Brasil com a peça “Ligações Perigosas” — e dividem o fato de ter um par impressionante de olhos claros de gata. Mas, no quesito elegância, a atriz brasileira descobriu um caminho que passa pelo oposto da sensualidade à moda da diva italiana. Adepta das cores discretas e das peças clássicas, Maria Fernanda prefere cashmeres e acredita que o inverno dá a oportunidade a todo mundo de ser mais chique. Foi com esse figurino à francesa (e não com um decotão à la Loren) que ela conquistou o marido, Petrit Spahija, o pão francês por trás do bistrô Le Poème.

Veja São Paulo — Do que você mais gosta em São Paulo?
Maria Fernanda Cândido —
Da diversidade cultural, da oferta de serviços, da disposição do paulistano.

Veja São Paulo — Qual seu programa predileto no inverno na cidade?
Maria Fernanda Cândido —
Ir a restaurantes e ao cinema.

Veja São Paulo — O que não pode faltar no guarda-roupa de inverno?
Maria Fernanda Cândido —
Um cashmere preto.

Veja São Paulo — No inverno, as pessoas têm boas oportunidades para ficar mais elegantes. Quais os produtos imprescindíveis para ficar bela no frio?
Maria Fernanda Cândido —
Não saio sem protetor solar e rímel.

Veja São Paulo — Como se aquecer com estilo?
Maria Fernanda Cândido —
Fazendo pilates ou aulas de dança. Pratico pilates há quinze anos e me interesso muito por dança. Já tive a fase flamenco, zouk, dança de salão…

Veja São Paulo — Uma temporada inesquecível.
Maria Fernanda Cândido —
Passamos bons invernos em Paris, com a família do meu marido. O Natal, com as crianças, árvore de Natal e neve, foi memorável.

Veja São Paulo — Uma bebida apropriada para os dias frios.
Maria Fernanda Cândido —
Adoro o Sileni, da Nova Zelândia, um vinho que surpreende. Leve e fácil de beber.

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