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Marcelo Araujo, o agitador cultural

Diretor da Pinacoteca liderou a reformulação do valioso acervo permanente do museu e organizou mostras estreladas

Por Alvaro Leme, Leonam Bernardo e Ricky Hiraoka Atualizado em 5 dez 2016, 17h30 - Publicado em 29 dez 2011, 12h01

Em 2011 a Pinacoteca voltou a brilhar. “Conseguimos apresentar ao público várias exposições de destaque”, orgulha-se Marcelo Araujo, diretor do museu. Responsável por organizar mostras estreladas, de nomes que vão do russo Aleksandr Ródtchenko ao uruguaio Joaquín Torres García — este último ainda em cartaz —, foi ele também quem liderou toda a reformulação do valioso acervo permanente, entregue em outubro, resultado de um processo que foi iniciado há quatro anos.

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Agora com um número de obras mais enxuto e espacialmente reorganizado, o 2º andar do prédio da Pinacoteca deve se tornar mais atrativo aos cerca de 500.000 visitantes que passam por lá todos os anos. Para 2012, o público pode continuar esperando outras bem produzidas instalações, promete Araujo: “Uma das mostras para a qual temos grande expectativa é a do artista suíço Alberto Giacometti, que abre em março”.

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