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Lâmpadas incandescentes vão sumir do mercado

Conhecidas por sua luz amarelada, elas foram proibidas pelo Ministério de Minas e Energia

Por Mauricio Xavier [Com reportagem de Carolina Giovanelli e Silas Colombo] 30 ago 2013, 18h28 | Atualizado em 5 dez 2016, 15h41
Lâmpadas incandescentes vão sumir do mercado Priorizar nos meus resultados Google

Desde julho está mais difícil encontrar lâmpadas incandescentes (aquelas com bulbo arredondado e luz amarelada) nas prateleiras de supermercados e lojas de material de construção. Por questões ambientais e econômicas, o Ministério de Minas e Energia iniciou um processo de banimento desse tipo de tecnologia, com a proibição da venda das que têm entre 150 e 200 watts. As demais potências devem desaparecer até 2016.

Para não ficar às escuras, os tipos mais indicados para a substituição são as fluorescentes e as de LED. Apesar de mais caras, elas consomem menos energia e têm um tempo de vida útil muito superior ao do modelo desenvolvido há 134 anos por Thomas Alva Edison. Acima, a relação custo-benefício das principais variedades de lâmpada disponíveis no mercado.

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