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Justiça proíbe cultos religiosos

Em época de quarentena, estabelecimentos que não cumprirem podem ser punidos

Por 20 mar 2020, 22h19 | Atualizado em 8 set 2025, 08h08
TEMPLO DE SALOMAO
 (Divulgação/Veja SP)
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A Justiça concedeu liminar que proíbe cultos no estado de São Paulo.

O Ministério Público de São Paulo entrou com ação pedindo liminar para obrigar o governo João Doria (PSDB) e a gestão Bruno Covas (PSDB) a impedirem cultos.

Doria havia apenas dado recomendação para o fechamento. 

A decisão manda que “sejam efetivadas medidas de imediata fiscalização e aplicação das sanções administrativas/sanitárias, inclusive interdição administrativa dos estabelecimentos, se necessário, lavratura de auto de infração, imposição de multa e comunicação dos fatos à autoridade policial competente”.

“Tendo em vista a proximidade do final de semana quando se realizam a maioria dos cultos religiosos, determinar medidas administrativas urgentes para garantir a suspensão imediata dos cultos/serviços religiosos em geral, bem tomar as providências cabíveis no âmbito administrativo, sanitário e penal para que líderes religiosos, dentre os quais Silas Malafaia e Edir Macedo, não convoquem seus fiéis e seguidores para a celebração de cultos”, afirma a peça do Ministério Público.

Edir Macedo, da Igreja Universal, afirmou que o coronavírus é uma tática de Satanás. Silas Malafaia   também havia dito publicamente que não fecharia templos nem diminuiria os cultos.

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