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Justiça decreta prisão preventiva de acusado de ameaçar Doria de morte

Homem também tentou extorquir 5 milhões de reais da primeira-dama de SP, Bia Doria, pela internet

Por Redação VEJA São Paulo - 1 jul 2020, 12h17

Hércules Cordeiro Torres, 22 anos, acusado de usar as redes sociais para ameaçar de morte o governador João Doria (PSDB) e de tentar extorquir 5 milhões de reais da primeira-dama, Bia Doria, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele terá de responder pelos crimes de extorsão mediante ameaça de morte. A decisão foi do juiz Carlos José Zulian, da 1ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste da capital.

Segundo a investigação da Polícia Civil de São Paulo, o acusado enviou mensagens em maio nas redes sociais de Bia Doria pedindo dinheiro para que umafacção criminosa” não matasse o marido. Hércules, que mora no município de Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco, escreveu e mandou áudios pelo Instagram da primeira-dama com as ameaças.

Hércules já está preso preventivamente no nordeste por outros crimes de extorsão e ameaça, dessa vez contra o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB). O político foi ameaçado de morte caso não pagasse 3 milhões de reais.

Nos dois processos, constam as informações de que o réu confessou os crimes contra Doria, Bia e Coutinho. O advogado do acusado alegou nos documentos que seu cliente “queria apenas assustar” as vítimas.

Nesta quarta-feira (1º), o advogado de Doria, Fernando José da Costa, disse que quem cometer crimes virtuais contra o governador de São Paulo será responsabilizado.

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