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Justiça condena aeroporto e GOL a pagarem tratamento da cachorra Pandora

Decisão estabelece ainda pagamento de diárias de hotel e alimentação para tutor e acompanhante

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 11 fev 2022, 12h28 - Publicado em 11 fev 2022, 12h20

A GRU Airport e a GOL Linhas Aéreas foram condenadas pela Justiça de São Paulo a bancar os custos da clínica veterinária e de estadia dos tutores da cachorra Pandora, que ficou 45 dias desaparecida após sumir do terminal do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (Grande SP).

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Segundo decisão da juíza Juliana Pitelli da Guia, da 5ª Vara Cível do Fórum Regional de Jabaquara, na zona sul de São Paulo, caberá à GRU Airport custear as despesas de gastos para tratar Pandora, que foi encontrada muito magra e desnutrida, no valor de R$ 12 203. O depósito deve ser feito diretamente à clínica onde ela está sendo tratada. Procurada, a concessionária que administra o terminal informou que irá se manifestar apenas nos autos do processo.

Já a GOL deverá custear a hospedagem, traslado do hotel até a clínica veterinária e ainda alimentação dos tutores da cadelinha e autores do processo, Reinaldo Branco Bezerra Junior e Terezinha Maria Branco Bezerra, sua mãe, por pelo menos, 15 dias. Procurada a empresa disse não comentar decisões judiciais.

Originalmente Reinaldo pedia indenização de R$ 320 000 para custear gastos com panfletos, hospedagem durante as buscas e danos morais. O pedido não foi atendido, e nem mesmo a decisão aborda a responsabilização pelo sumiço, que ainda será analisado no processo.

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Relembre
Pandora sumiu durante uma conexão de um voo da Gol no Aeroporto Internacional de Guarulhos no dia 15 de dezembro de 2021. Seu dono saiu de Recife e ia para Navegantes, em Santa Catarina.

Segundo informou a GOL à época, Pandora saiu de sua caixa de transporte, passou pelo pátio e fugiu.

Na época do desaparecimento, Reinaldo se preparava para assumir um cargo de chapeiro na Suíça, mas a oportunidade foi perdida por causa das buscas por Pandora.

Ele permaneceu em Guarulhos para buscar a cachorrinha, e contou com a ajuda de diversos simpatizantes da causa animal nas buscas. Só de gastos com panfleto ele diz ter desembolsado R$ 3 000, além de R$ 900 pela passagem de Terezinha.

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No processo, a GOL alega que gastou mais de R$ 25 000 com uma equipe especializada para tentar localizar a cadelinha, porém, quem acabou localizando Pandora foi um funcionário do próprio terminal, no dia 30 de janeiro 45 dias depois. Ela estava com 8 quilos a menos e aparentava sinais de desnutrição. Com isso, precisou ser internada em uma clínica veterinária.

Pandora acabou virando uma “digital influencer pet”. Seu perfil no Instagram já conta com quase 60 mil seguidores, grande parte que também bombou as redes de Reinaldo, que já acumula quase 94 mil seguidores na mesma rede.

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