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Quem foi Filinto Müller

Como chefe de polícia política do governo de Getúlio Vargas, ele teve o nome associado a episódios de tortura

Por Maurício Xavier Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 ago 2018, 06h00 • Atualizado em 14 fev 2020, 16h00
Filinto Muller, senador e presidente da Arena.
Filinto Muller: chefe de polícia política do governo Getúlio Vargas (Antonio Andrade/Veja SP)
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  • Bacharel em direito, Filinto Müller participou da Revolta Paulista de 1924, no período em que prestava serviço militar como primeiro-tenente do Exército no Quartel de Quitaúna, em São Paulo. Após se transferir para o Rio de Janeiro, então capital do país, atuou como chefe da polícia política do governo de Getúlio Vargas e teve seu nome associado a episódios de tortura. O caso de maior repercussão foi o da detenção e deportação da judia Olga Benário, à época grávida de seu companheiro, o militante comunista Luís Carlos Prestes. Ela foi executada no campo de extermínio de Bern burg, na Alemanha, em 1942. Müller morreu em 1973, aos 73 anos.

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