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João Doria anuncia ampliação da fábrica de vacinas

Unidade será responsável por produzir imunizante contra a Covid-19 e outras doenças

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 14 set 2020, 15h43 - Publicado em 14 set 2020, 15h42

O governador de São Paulo, João Doria, confirmou nesta segunda-feira (14) a ampliação da fábrica de vacinas no Instituto Butantan, da USP, em novembro deste ano. A obra deve ser concluída no segundo semestre de 2021 e servirá para produzir não só vacina para a Covid-19, mas também para outras doenças.

No anúncio, feito em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, o governador também disse que o projeto terá o custo total de R$ 160 milhões, dos quais R$ 97 milhões já foram arrecadados com a iniciativa privada. 

Todo o investimento feito será direcionado em modernizar a estrutura já existente. O intuito é que o Instituto Butantan consiga fabricar ainda mais a CoronaVac, vacina desenvolvida junto ao laboratório chinês Sinovac Biotech. “A fábrica já existe. Ela será adaptada, ampliada, modernizada e equipada”, explicou Doria.

Como ficam os prazos

De acordo com Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, a reforma deve estar completa no final de 2021. Então, o local só pode operar “a plena capacidade” em 2022. No entanto, mesmo em obras, a unidade poderá começar a produzir a CoronaVac caso seja aprovada em todos os testes.

O diretor afirmou que o Brasil deve ser um dos primeiros países do mundo a ter a vacina contra a Covid-19 disponível para a vacinação em massa. “Todos os sistemas de qualidade estão sendo desenvolvidos e preparados para receber o primeiro lote de matéria-prima em outubro. A partir de outubro, esperamos começar a formular as primeiras doses dessa vacina aqui no Instituto Butantan, e até o final de dezembro, esperamos ter disponíveis para entrega ao nosso Ministério da Saúde as 46 milhões de does já acordadas”, disse na coletiva.

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