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Com dez anos de atraso, nova estação Francisco Morato começa a funcionar

Local contará com sistema anti-enchente

Por Agência Brasil 1 set 2020, 16h57 | Atualizado em 23 Maio 2024, 10h03
foto de fachada da estação francisco morato da CPTM em uma parte da imagem, com céu aparecendo
 (Divulgação/Veja SP)
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A partir desta terça-feira (1º) está aberta aos usuários do transporte público a nova estação Francisco Morato, na Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A estação vai contar com um sistema anti-enchente, elaborado para reduzir ao máximo os riscos de interrupção na circulação de trens e elevar a segurança dos passageiros em período de chuvas. Diques e bombas drenarão a água por baixo da terra e um sistema de contenção fará com que a água não invada a estação. As obras foram anunciadas em 2009 e deveriam ter sido entregues em 2010.

Segundo o governo estadual, que inaugurou a estação na segunda (31), o telhado do terminal tem um sistema que transforma a água da chuva em um “turbilhão” que faz a água escoar pelas colunas, evitando acúmulos e vazamentos.

Com três plataformas, a estação foi construída para ser acessível, com cinco escadas rolantes, três elevadores, dois acessos externos e dois túneis sob a via férrea para a circulação de passageiros. Localizada ao lado do terminal de ônibus do município, a estação tem sanitários acessíveis disponíveis aos passageiros na área paga e validadores de bilhete único.

O contrato, no valor de R$ 160 milhões, prevê, além das obras da nova estação, o pátio norte para estacionamento de trens, obras de via permanente (infraestrutura, trilhos, dormentes, postes, treliças e fios de contato), AMV (aparelho de mudança de via), sinalização, banco de dutos, todo o sistema de rede aérea e a demolição da estação provisória.

Também há à disposição dos passageiros um boulevard e uma praça dentro dos limites da estação.

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A estação conta ainda com o 19º Espaço Acolher da CPTM, para acolhimento de mulheres vítimas de importunação e assédio sexual dentro dos trens e estações da companhia. Os funcionários são preparados para atender as vítimas e dar o suporte necessário para que essas mulheres sejam acolhidas e se sintam seguras em denunciar os agressores.

Para ajudar a coibir este e outros crimes, a CPTM instalou 88 câmeras de segurança em toda a estação, ligadas diretamente à Central de Monitoramento de Segurança da companhia.

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