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Goleiro Bruno diz ter consciência tranquila e não reconhece paternidade

O ainda jogador concedeu entrevista ao programa Conexão Repórter, do SBT

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 8 set 2020, 11h26 - Publicado em 8 set 2020, 11h13

Bruno Fernandes de Souza, ex-goleiro do Flamengo condenado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e sequestro contra Eliza Samudio, em 2010, disse que dorme de consciência tranquila. Ele concedeu uma entrevista ao programa Conexão Repórter, do SBT, veiculada na última segunda-feira (7). 

O ainda jogador profissional falou na entrevista que não irá pedir perdão a ninguém. “Todas as pessoas que pedi perdão já me perdoaram. Durmo com minha consciência tranquila”, explicou.

Dez anos depois da condenação, Bruno diz que não foi o mandante ou responsável pelo assassinato de Eliza. Também afirmou que não considera justa sua pena. De acordo com ele, tiveram muitos erros no processo que o prejudicaram. Ele revelou ainda que não reconhece o filho que teve com Eliza. “Não pode falar que é meu filho se não tiver exame de DNA. Se não tem um exame, existe a dúvida. Já pedi na Justiça”, disse.

Quando questionado outras vezes sobre o crime pelo jornalista Roberto Cabrini, o goleiro deixou a entrevista. “Você veio aqui para fazer a entrevista sobre recomeço, acho melhor a gente encerrar por aqui”, justificou. 

Volta aos campos

Em mais uma tentativa de voltar aos gramados, o goleiro assinou contrato com o Rio Branco. Por decisão judicial, terá que usar tornozeleira eletrônica durante toda sua pena em regime semiaberto no estado do Acre. O clube disputa a Série D do Campeonato Brasileiro.

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