Entenda a citação sobre Luciana Gimenez no caso Epstein; apresentadora se manifesta
De acordo com o posicionamento oficial da apresentadora, a presença de seu nome nos arquivos está ligada a uma solicitação genérica de dados bancários
A divulgação de documentos relacionados ao caso do financista Jeffrey Epstein, disponibilizados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, trouxe à tona uma lista extensa de nomes, onde apareceu a apresentadora brasileira Luciana Gimenez.
Apesar da menção, a inclusão do nome nos arquivos não implica, necessariamente, envolvimento com as atividades ilícitas de Epstein.
Por que o nome aparece nos documentos?
De acordo com o posicionamento oficial da apresentadora, a presença de seu nome nos arquivos está ligada a uma solicitação genérica de dados bancários feita pelo governo americano ao Deutsche Bank Trust Company Americas.
Em seu perfil no Instagram, Gimenez disse ter entrado em contato com a instituição bancária, onde tinha conta, “para compreender a razão dessa vinculação indevida e aguarda resposta”.
Segundo a nota, o governo solicitou registros financeiros de determinados períodos sem realizar uma seleção individualizada. A instituição financeira encaminhou um conjunto completo de documentos de diversos clientes que realizaram transações naquelas datas.
“Os dados foram publicados na plataforma oficial do Departamento de Justiça sem uma apuração prévia de conteúdo ou contexto individual, o que incluiu diversos correntistas que não possuem qualquer ligação com o caso”, diz o comunicado.
O que é o caso Epstein?
É um dos maiores escândalos de crimes sexuais e tráfico humano da história recente, envolvendo a elite financeira, política e social de diversos países. Epstein era um bilionário americano do setor financeiro que circulava entre as pessoas mais poderosas do mundo — incluindo ex-presidentes, membros da realeza européia e grandes empresários. Ele era conhecido por seu estilo de vida extravagante, possuindo mansões em Nova York, Palm Beach e uma ilha privada no Caribe (Little St. James), que ficou tristemente conhecida como “Ilha do Prazer”.
Ele foi acusado de operar uma vasta rede de tráfico sexual de menores e de usar seu poder financeiro para recrutar jovens, muitas vezes adolescentes, que eram submetidas a abusos sexuais e forçadas a prestar “serviços” para ele e seus convidados influentes.





