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Entenda a citação sobre Luciana Gimenez no caso Epstein; apresentadora se manifesta

De acordo com o posicionamento oficial da apresentadora, a presença de seu nome nos arquivos está ligada a uma solicitação genérica de dados bancários

Por 10 fev 2026, 11h51 • Atualizado em 10 fev 2026, 12h07
Luciana Gimenez sentada em um sofá branco, sorrindo
 (Instagram/Reprodução)
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  • A divulgação de documentos relacionados ao caso do financista Jeffrey Epstein, disponibilizados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, trouxe à tona uma lista extensa de nomes, onde apareceu a apresentadora brasileira Luciana Gimenez.

    Apesar da menção, a inclusão do nome nos arquivos não implica, necessariamente, envolvimento com as atividades ilícitas de Epstein.

    Por que o nome aparece nos documentos?

    De acordo com o posicionamento oficial da apresentadora, a presença de seu nome nos arquivos está ligada a uma solicitação genérica de dados bancários feita pelo governo americano ao Deutsche Bank Trust Company Americas.

    Em seu perfil no Instagram, Gimenez disse ter entrado em contato com a instituição bancária, onde tinha conta, “para compreender a razão dessa vinculação indevida e aguarda resposta”.

    Segundo a nota, o governo solicitou registros financeiros de determinados períodos sem realizar uma seleção individualizada. A instituição financeira encaminhou um conjunto completo de documentos de diversos clientes que realizaram transações naquelas datas.

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    “Os dados foram publicados na plataforma oficial do Departamento de Justiça sem uma apuração prévia de conteúdo ou contexto individual, o que incluiu diversos correntistas que não possuem qualquer ligação com o caso”, diz o comunicado.

    O que é o caso Epstein?

    É um dos maiores escândalos de crimes sexuais e tráfico humano da história recente, envolvendo a elite financeira, política e social de diversos países. Epstein era um bilionário americano do setor financeiro que circulava entre as pessoas mais poderosas do mundo — incluindo ex-presidentes, membros da realeza européia e grandes empresários. Ele era conhecido por seu estilo de vida extravagante, possuindo mansões em Nova York, Palm Beach e uma ilha privada no Caribe (Little St. James), que ficou tristemente conhecida como “Ilha do Prazer”.

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    Ele foi acusado de operar uma vasta rede de tráfico sexual de menores e de usar seu poder financeiro para recrutar jovens, muitas vezes adolescentes, que eram submetidas a abusos sexuais e forçadas a prestar “serviços” para ele e seus convidados influentes.

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