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Paulistana faz sucesso com cutelaria

Há apenas vinte mulheres no mundo que trabalham com a técnica de produção artesanal de facas

Por Ana Carolina Soares - Atualizado em 13 Nov 2017, 11h22 - Publicado em 10 Nov 2017, 06h00

No mundo, há cerca de vinte mulheres que trabalham com cutelaria, a técnica de produção artesanal de facas. Uma delas é a paulistana Silvana Mouzinho, do Ipiranga. Ela fabrica em média três itens por mês, com preços entre 200 e 1 800 reais. “Faço mais por hobby”, diz a secretária executiva aposentada, que investiu 30 000 reais para montar o Silvana Artknives, em sua residência, em 2002, e ganhou fama mundial ao ser citada no livro The World of Art Knives II, de David Darom, um dos principais nomes desse mercado. Na semana passada, ela organizou o Salão Paulista de Cutelaria, com mais de 100 expositores, na Casa de Portugal. Abaixo, cinco modelos de seu portfólio.

Sorocabana

Divulgação/Veja SP

Tem detalhes de ouro, lâmina de aço e empunhadura de chifre de búfalo. Vem com bainha de couro bovino. É um modelo usado pelos tropeiros, no campo. 1 800 reais.

Bowie

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Divulgação/Veja SP

Trata-se de um modelo de luta. O diferencial é o cabo branco, feito com ossos de camelo e chifre de búfalo. 1 200 reais.

Integral

Divulgação/Veja SP

Indicada para carnes, faz bonito em um churrasco. Este modelo tem empunhadura com ossos de girafa e vem com bainha de couro. 600 reais.

Fighter

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Divulgação/Veja SP

Em inglês, significa “lutador”. Esta tem pinos de cobre e vem com bainha de couro de boi, com detalhe feito de pele de avestruz. 1 200 reais.

Miniaturas de Hunter e Chef

Divulgação/Veja SP

As duas possuem textura na lâmina produzida com aço de Damasco. Para o cabo branco da hunter, foi usado chifre de cervo. Na preta do modelo chef, chifre de búfalo. Como são miniaturas, os compradores costumam usá-las como enfeite ou até como pingente. 200 reais (cada uma).

 

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