Clientes da Claro relatam problemas para jogar Pokémon Go
Jogadores dizem que não conseguem acessar as PokéStops e ginásios; empresa nega que tenha implementado restrição de acesso ao jogo aos seus clientes
Clientes da Claro têm relatado nas redes sociais problemas ao usar o aplicativo Pokémon Go. Na página oficial no Facebook da companhia, as publicações têm sido bombardeadas de críticas e acusações, inclusive, de que a marca estaria fazendo “traffic shaping” – quando a empresa prioriza o tráfego de dados de alguns programas em detrimento de outros.
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Segundo os clientes, nos aparelhos não aparecem monstrinhos, ginásios, nem as PokéStops (os lugares para abastecer de pokébolas e outros itens). Eles têm postado fotos nas redes sociais dos mapas do jogo vazios. Alguns ameaçam mudar de operadora. Diante da revolta, foi criada a hashtag #ClaroSemPokemonGO, para chamar a atenção sobre o caso.
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Na manhã desta quinta-feira (11), a empresa respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que seus clientes já estão acessando o jogo normalmente. “Notamos que alguns usuários tiveram dificuldades para acessar o aplicativo após a atualização disponibilizada recentemente pelo desenvolvedor do game. A operadora reforça que a questão já está solucionada e que não implementou qualquer restrição de acesso ao jogo aos seus clientes”, afirmou, em comunicado.
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