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Catedral da Sé: estilos variados na fachada

Cripta subterrânea da igreja reúne as tumbas de paulistanos famosos

Por Marcelo Cobra Atualizado em 5 dez 2016, 19h13 - Publicado em 18 set 2009, 20h48

O destino religioso mais procurado pelos turistas que visitam a cidade é um impressionante templo neogótico, que figura entre os maiores do mundo e tem pé direito altíssimo: do chão à cúpula, são 65 metros. Dom Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arcebispo da cidade, queria um templo tão grandioso quanto a metrópole que se anunciava no início do século XX. O arquiteto responsável é o alemão Maximillian Hehl (1861-1916). A igreja começou a ser construída em 1913 e foi inaugurada em 1954. Passou por um processo de restauração em 2000 e só em 2002 o projeto original foi definitivamente concluído.

Por que ir: repare na variedade de estilos – o gótico ganha um toque renascentista a partir da utilização de cúpulas, comuns nas igrejas italianas do século XV. A ornamentação esculpida em pedra inclui elementos da cultura brasileira. Folhas de café e animais como o tatu e o tucano aparecem em algumas colunas. Outra particularidade arquitetônica é a disposição dos espaços: poucas igrejas da cidade possuem essa configuração, dividida em cinco naves — há quatro filas de pilares intermediários, além das paredes laterais. Por último, vale conhecer a cripta subterrânea. Com 619 metros quadrados, ela reúne tumbas de paulistanos ilustres e pode ser visitada mediante agendamento.

Quer saber mais? Há visitas monitoradas das 9h às 11h30 e das 13h às 17h30 (seg. a sex.), das 9h às 16h30 (sab.) e das 9h às 13h (dom.). Custa 4 reais.

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