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Cartas sobre a edição 2315

Por Da Redação
5 abr 2013, 16h26 • Atualizado em 5 dez 2016, 16h10
  • Casagrande

    Só os gigantes têm essa coragem de mostrar todo o seu sofrimento e o da sua família, servindo de espelho e alerta para quem envereda pelo caminho das drogas (“Devolta ao jogo da vida”, 3 de abril). Não o considero um grande comentarista, embora seja o melhor entre os que atuam na televisão, mas o parabenizo pela coragem na exposição de um assunto tão delicado.

    Maria Dolores Nicolás Olmos

    Fico muito feliz por você, seus filhos e pais. Torço para que continue tendo força. E lembre-se sempre dos que não têm as suas condições para se curar.

    Nadeije Luzia

    Li sensibilizada a matéria sobre o drama desse senhor privilegiado pelo talento, pela família e pela Globo, que lhe garantiu o salário durante o período em que não trabalhou. Pensei nas psicólogas que o acompanham para que não tenha recaída e imaginei quanto custa o trabalho delas. Que bom ele ter esse privilégio. Fiquei desanimada pensando no cidadão comum que passa pelo problema ganhando, sei lá, 1 000 reais por mês.

    Miriam Cardoso Rigout

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    O repórter nunca deve ter entrado na padaria Poesia. Chamá-la de “simplória” foi, no mínimo, uma afronta à estrutura boa e moderna do estabelecimento.

    Francisco de Paula Eduardo

    Marcos Bassi

    Marcos Bassi sempre foi uma das figuras que mais admirei no mundo da culinária (“Ciao, Marquinhos”, 3 de abril). Ele é um exemplo concreto de grande dedicação e de como ter amor e prazer no que se faz pode tornar o resultado ainda mais fantástico. Sinto nessa perda não apenas a partida de uma grande pessoa, mas também do maior mestre churrasqueiro que o mundo já viu.

    Fausto Prezoto

    Por volta de 1994, eu e Bassi fomos a um frigorífico na Argentina comprar carne. No almoço, ele se ofereceu para assar um corte que os argentinos, diretores do estabelecimento, nunca tinham experimentado. Eles duvidaram, claro. Pois Marcão cortou, preparou e grelhouu ma parte interna do centro da alcatra, que ele chamou aqui de bombom de alcatra. Qual não foi a surpresa ao ver os argentinos boquiabertos ao provar a iguaria. Tentaram pôr defeito, mas acabaram confessando que nunca haviam saboreado nada parecido. Saudade, Marcão.

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    Carlos Massotti

    Avenida Paulista

    Bom ver na edição que a avenida mais importante da cidade se prepara para ganhar empreendimentos imobiliários (“Canteiro de obras na Paulista”, 3 de abril). Mas quando será que os pedestres, incluindo turistas de todas as partes do Brasil e de outros países, poderão se localizar melhor na região, visto que muitas das ruas que cruzam a via carecem de placas? Há sinalização para os veículos, não para os pedestres. Como usar um mapa, se a rua que dá forma à esquina não tem nome?

    Carlos Galli

    Roteiro da Semana

    Fui à doceria Leckerhaus com minha mãe, de 86 anos, para degustar uma torta de frutas citada na revista (“Roteiro da Semana”, 3 de abril). Fora o péssimo atendimento, na minúscula geladeira se encontravam restos das tortas, que mais pareciam estar lá há meses. A atendente ainda sugeriu que eu me informasse por telefone sobre quando teriam o produto. Pode uma coisa assim? O atendimento não foi gentil e nada fizeram para reverter a má impressão que tive.

    Ivonne Tuch

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    Matthew Shirts

    O texto do cronista evocou uma das vivências mais expressivas de minha infância: o ritual de chegada do coelhinho na Páscoa (“Saudade do coelho”, 3 de abril). Muito mais real que o Papai Noel, que eu considerava assustador. Quando me revelaram se tratar de fantasia, senti um desencanto que manifestei numa atividade de desenho livre na 1ª série ginasial: um robusto bichinho ao lado de um ovo multicolorido, como forma de protesto infantojuvenil.

    Carlos Eduardo Boucault

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