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Bruno de Luca responderá por omissão de socorro a Kayky Brito

Justiça do Rio acatou pedido do Ministério Público, que indica violação de artigo do Código Penal

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 17 out 2023, 15h08 - Publicado em 16 out 2023, 21h27

O 9º Juizado Especial Criminal da Justiça do Rio acatou o pedido do Ministério Público do Rio para que o ator Bruno de Luca responda por omissão de socorro no caso do atropelamento de Kayky Brito.

Em trecho do documento, divulgado pelo UOL, a promotoria aponta de Luca como o único que saiu do local do atropelamento “sem adotar qualquer providência para prestar socorro, nem mesmo saber que algum socorro ou solicitação havia sido feita” e menciona violação ao artigo 135 do Código Penal, que diz respeito a prestar assistência para pessoa inválida ou ferida.

Em nota, a defesa do artista afirmou que “em momento algum Bruno De Luca pode ser acusado de omissão de socorro, já que várias pessoas estavam prestando o auxílio necessário, inclusive chamando os bombeiros. Bruno prestou todos os esclarecimentos, não por outra razão concluiu-se pela inexistência de qualquer ato impróprio”.

O inquérito do acidente foi concluído pela Polícia Civil sem indiciamentos no último dia 27. A investigação concluiu que Bruno de Luca não cometeu omissão de socorro, já que outras pessoas no local prestaram assistência para a vítima. O motorista do carro que atingiu Kayky, Diones Coelho da Silva, chamou a ambulância na ocasião.

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Em depoimento na 16ª DP (Barra da Tijuca), o artista afirmou que só soube que a vítima era Kayky Brito no dia seguinte. Em imagens analisadas pela polícia, Bruno aparece assustado e levando as mãos à cabeça no momento do acidente.

O caso aconteceu no dia 2 de setembro, quando os dois amigos estavam em um quiosque na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense. Kayky passou mais de 20 dias internado no hospital Copa D’Or, em Copacabana, por conta de politraumatismos.

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