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Bruno Covas anuncia mais três nomes para a gestão 2021

Titular da Educação, Bruno Caetano, acusado de abuso de poder por Boulos, saiu do cargo

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 24 dez 2020, 18h14 - Publicado em 24 dez 2020, 18h10

O prefeito da capital paulista revelou nesta quinta-feira (24) mais três nomes para o secretariado. O tucano vem postando fotos nas redes sociais para anunciar os nomes que vão compor a gestão que se inicia em 2021.

Ao todo, são doze escolhidos até o momento por Bruno Covas (PSDB). Nesta quinta ele revelou Berenice Giannella, que segue como secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Levi Oliveira para a secretaria de Mobilidade e Transportes e Fernando Padula, na pasta da Educação.

Padula entrará no lugar de Bruno Caetano, secretário de Covas que teve áudios vazados nas redes sociais e foi acusado por Guilherme Boulos, candidato derrotado nas eleições municipais, de abuso de poder por estar supostamente usando a máquina pública para fazer campanha para o tucano. Em entrevista para a Vejinha, ele negou as acusações.

Na terça (22) Covas chamou atenção com a nomeação de Marta Suplicy, ex-prefeita da capital, para a pasta de Relações Internacionais. Outro nome de destaque é Alê Youssef, na pasta da Cultura, que voltou ao cargo após ter saído da prefeitura em março deste ano, em meio a rumores de que poderia compor a chapa do prefeito para as eleições, o que não ocorreu.

Outros nomes confirmados foram: César Azevedo, secretaria de Urbanismo; Juan Quirós, Inovação; Eunice Prudente, Justiça; Rubens Rizek Jr., Governo; Guilherme Bueno de Camargo, Fazenda; Elza Paulino de Souza, Segurança Urbana e Aline Cardoso, Desenvolvimento Econômico.

AUMENTO DE SALÁRIO

Nesta quinta Bruno Covas sancionou a lei aprovada na Câmara dos Vereadores que aumentou o seu próprio salário e o de seus secretários a partir de 2022. O salário atual do prefeito é de 24.175,55 reais e passará para 35.462 reais. O vice-prefeito ganhava 21.700 reais e terá a renumeração de 31.915,80 reais. Os salários dos secretários subiram 55%, de 19.340,40 para 30.142,70 reais. Com a alteração, o teto do serviço público municipal, atrelado ao salário do prefeito, também sobe.

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