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Bruno Covas retorna à prefeitura após 10 dias de licença médica

O afastamento aconteceu após sessões de radioterapia; prefeito foi criticado nas redes sociais por ter ido ao estádio na final da Libertadores

Por Redação VEJA São Paulo 1 fev 2021, 11h24

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, retornou nesta segunda-feira (1°) ao cargo após ficar 10 dias de licença médica e mais três de licença não remunerada. 

Covas precisou se afastar devido às sessões de radioterapia. Elas fazem parte do tratamento do câncer que enfrenta. “Depois de 24 sessões de radioterapia meus médicos me recomendaram 10 dias de licença para recuperar as energias. Isso foi até a última quinta (28/01)”, escreveu no seu Instagram. 

O tratamento é para o câncer diagnosticado na cárdia, transição entre estômago e esôfago. No dia 18 de janeiro, os médicos recomendaram um repouso de 10 dias.

Segundo o boletim médico do Hospital Sírio Libanês, divulgado no dia 18 de janeiro, é previsto que o prefeito continue agora com exames de controle e imunoterapia. 

Polêmica no Maracanã

Bruno Covas foi alvo de críticas na internet após ser visto no estádio do Maracanã acompanhando a final da Libertadores entre Santos e Palmeiras. São Paulo encarou seu primeiro fim de semana de retorno à fase vermelha, quando apenas os serviços essenciais estão autorizados a funcionar.

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O prefeito foi a público se defender. Afirmou que nada do que fez é ilegal e que decidiu tirar mais três dias de licença não remunerada para ficar com o filho. Os dois foram ao estádio.

“A lacração da internet resolveu pegar pesado. Depois de tantas incertezas sobre a vida, a felicidade de levar o filho ao estádio tomou uma proporção diferente para mim. Ir ao jogo é direito meu. É usufruir de um pequeno prazer de vida. A hipocrisia generalizada que virou nossa sociedade resolveu me julgar como se tivesse feito algo ilegal”, explica. Veja o post na íntegra.

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